quinta-feira, 12 de abril de 2018

O DIA QUE NÃO TEVE FIM

Era inegável que o contato com Adalberto me fazia bem, ele sabe o jeito que eu gosto e o jeito autoritário sem autoritarismo dele me excita. Depois do café da manhã ele disse que não queria saber os motivos que mais uma vez me levaram a sumir, mas que não permitiria mais que isso acontecesse; não fiz menção de ir embora, tudo que eu não queria era conflito. Ele estava sério mas não parecia triste, conversamos sobre coisas triviais, ele me disse que sua mãe havia feito uma viagem para ajudar uma prima e que passaria um tempo fora e eu achei que já era o momento de dizer que o meu sumiço tinha relação com o fato de não conseguir controlar meus sentimentos. Adalberto olhou profundamente nos meus olhos e disse:- Eu nunca dei sinais de não te querer, mas você sempre foge de mim.- Eu não sabia o que dizer pois embora me sentisse muito bem com ele, já havia me machucado muito ao longo da vida não queria mais sofrer; pressentindo que eu pensava em ir embora, ele se aproximou, inclinou seu corpo em minha direção sussurrando no meu ouvido:- Eu sempre te quis aqui.-Fazendo menção ao sofá da sala enquanto mordia o lóbulo da minha orelha e massageava minha nuca.Meu corpo foi sucumbindo a cada sensação, percebi que era a minha hora de retribuir todo o prazer que me fora oferecido na noite anterior e empurrei meu corpo na direção do dele mordendo lentamente seus lábios enquanto me esquivava dos beijos. Desci pelo seu pescoço mordendo cada pedacinho, queria matar a saudade daquele corpo que me proporcionava tanto prazer; Adalberto sussurrava palavras que eu não conseguia compreender e quando me aproximei do seu umbigo, se antecipando ao que viria, ele se contorceu e a cueca já estava pequena para tanta vida que ansiava por liberdade, liberdade que eu daria. Lambi deliciosamente seu membro e em seguida soprei o meu hálito quente, ele estava louco para ser devorado e antecipando o momento em que ele mais gostava suguei seus testículos um por um,fazendo-o soltar um grito de prazer. Subi novamente,engolindo cada centímetro vagarosamente para que ele curtisse cada sensação e em movimentos orquestrados que faziam com que aquele pau latejante aparecesse e sumisse em minha boca, hora ou outra trocando olhares de prazer, Adalberto já estava fora de si,fato que me enlouquece de Prazer. Ao perceber que não resistiria mais, gritava meu nome e puxava meus cabelos enquanto explodia de prazer em minha boca. Ficamos ali no sofá abraçados trocando carinhos até que ele estivesse pronto outra vez, precisava senti-lo dentro de mim;o que não demorou muito para acontecer. Girando o meu corpo com rapidez e precisão,colocou-se por cima enquanto me penetrava com força e nos olhamos por alguns segundos antes de nos beijarmos loucamente enquanto ele tocava com seu membro a parte mais íntima do meu corpo; não percebemos o tempo passar e quando atingimos o prazer ficamos ali dentro um do outro até adormecera. O que aconteceu quando acordamos? Isso eu conto em outra história, beijos da Polly!

CHAMPANHE E PRAZER

Polyanna recebe um convite para uma festa num clube tradicional na área nobre da cidade; era um baile de gala e ela estava super animada, fazia tempo que ela não saía de casa,não para se divertir. As lembranças de Adalberto ainda perturbavam o seu sono não esquecia a tarde em Paquetá, não sabia se ele pensava nela,por onde andava e já passava da hora de abandonar as lembranças mas o fato é que nunca o tirou dos pensamentos, lembrava cada noite tórrida, cada contato, cada carinho; mas era preciso seguir. Quem sabe conheceria alguém interessante na festa? Já havia sofrido muito por amor e não queria sentir novamente e conforme os dias passavam mais ela se animava para o evento; escolheu o melhor vestido, era branco rendado que marcava bem as linhas do seu corpo, um sapato dourado e acessórios que ornavam muito bem; olhou no espelho e gostou do que viu, chamou o táxi, pegou sua bolsa e saiu. Ao chegar no local da festa ficou deslumbrada com o requinte, a decoração era de muito bom gosto e a recepção? Ao entrar já foi recepcionada com uma taça de champanhe, sorveu a bebida enquanto sentia as bolhas estourarem no céu da sua boca, respirou fundo e o fato de não conhecer ninguém ali não fazia a menor diferença, depois da segunda taça ela faria uma amizade. Polyanna não teve trabalho, logo um rapaz bem simpático se aproximou e educadamente puxou assunto, muito elegante e muito divertido, provocava risos largos e lá pelas tantas, no auge da conversa Polyanna só pensava no fim da noite quando percebeu que era observada de longe. De repente os olhares se cruzaram e um frio percorreu sua espinha, não acreditara no que seus olhos mostravam, não podia ser Adalberto, mas era. Num misto de surpresa e reprovação,ele se aproximou e passando o braço pela sua cintura cumprimentou asperamente o jovem que ali estava:- onde você estava eu te procurei por toda parte!- disse ele. Poliana não sabia o que fazer o que dizer e o rapaz que até o momento fazia companhia percebeu o embaraço e se retirou. Adalberto mantinha os olhos fixos nos dela aguardando a resposta,não era a primeira vez que ela sumia. Polyanna disse que precisava se ausentar por questões familiares e que por esse motivo não mantiveram contato. Adalberto, que questionou o fato dela ter trocado de número sem dar nenhuma explicação plausível, imagine que ousadia dela ter se afastado depois de um final de semana maravilhoso; Polyanna conseguiu se desvencilhar dele e com o peito acelerado sem saber o que fazer, pois seu corpo ainda sentia a falta do dele. Ela se misturou no meio da multidão afim de aproveitar a festa e recuperar a noite com o mais novo amigo quando Adalberto segurou em seu braço conduzindo-a para um canto na área externa, Polyanna já estava alta com tanto champanhe, delicadamente retirou a taça de suas mãos, segurou-a pela cintura e ela não questionou. Beijou-a como se quisesse sugar sua alma,não deu para saber por quanto tempo o mundo parou.- vamos embora.- sussurrou. Ela não ofereceu resistência e sairam pela rua Lateral ao clube e Poliana fez menção de não seguir, Foi então que ele explicou que seu carro estava estacionado ali e que a levaria para casa. Antes que pudessem chegar no carro Adalberto segurou um dos braços de Poliana dizendo o quanto sentirá falta do seu contato colocou sua mão onde somente ela perceberia se ele dizia a verdade. Apertou sua cintura do jeito que ela gostava e agora Poliana não sabia se suas pernas estavam Bambas de champanhe ou do efeito que Adalberto ainda provocava em seu corpo; os olhos dele brilhavam de prazer e ao colocar as mãos por baixo de seu vestido, pode perceber que não havia peça íntima, nada além do vestido separava seu corpo do dela. Polyanna prendeu-se com as pernas em sua cintura e enquanto penetrava de forma voraz,pode sentir o calor da parte mais profunda do seu corpo. Não demorou para que atingissem o ponto mais alto daquele contato e na tentativa de abafar os gemidos e sussurros, beijavam-se com sofreguidão. Ficaram ali dentro um do outro por alguns minutos antes de ouvirem vozes de quem também saira da festa, entraram no carro e seguiram durante todo o trajeto sem dizer uma única palavra, não era preciso falar seus corpos já haviam feito isso. Polyanna não perguntou para onde iam, isso já não importava e ao chegarem ao destino, pegou em sua mão, conduzindo-a para um cômodo que ficava ao final do corredor e ao entrar ela pode reconhecer o cômodo confortável com móveis escuros e de muito bom gosto,estava no quarto dele. Adalberto aproximou-se beijou seu pescoço, seus ombros e vagarosamente abriu o seu vestido deixando deslizar pelo seu corpo até o chão, admirou aquele corpo nu que nunca lhe saíra da lembrança e por alguns minutos deslizou suas mãos Como se quisesse traçar o mapa daquele corpo com a ponta dos dedos conduzindo Polyanna até o banheiro; ligou o chuveiro e vagarosamente molhou o seu corpo ensaboando-o devagar, brincando com a espuma que se formava e Polyanna se deliciava com cada toque. Enxugou milimetricamente cada pedaço daquele corpo e levou-a para a cama tocando cuidadosamente como se fosse um cristal; não houve resistência,Polyanna deixou-se levar por cada sensação despertada e quando não aguentou mais,puxou Adalberto pelo queixo abrindo as pernas sinalizando o que queria e ele entendeu o recado. Penetrou-a vagarosamente fazendo a delirar de prazer com cada movimento,era cadenciado,pareciam dançar ao som de uma música envolvente; seus corpos pareciam um. Não era possível conter o turbilhão de prazer e o seu corpo se contorcia sobre o dele enquanto gritava e cravava suas unhas em seus ombros. Seus olhares se cruzaram no momento em que ela atingiu o prazer, Adalberto não aguentou por muito tempo e logo em seguida o prazer também o invadiu; já era dia quando chegaram à exaustão e dormiram entrelaçados. Ela nem se lembrou da mãe dele, que havia viajado dias antes. Ao despertar Adalberto percebeu que ela não estava na cama, foi invadido por um medo de que ela tivesse ido embora, partido novamente, mas para o seu alívio um barulho veio da cozinha, Polyanna preparava o café. Ele recostou-se no batente da porta com os braços cruzados acima do peito enquanto observava aquela obra de arte, Polyanna vestia somente uma camisa masculina, que por sinal lhe caiu muito bem. Foi Surpreendida por ele que a essa altura já sentia o seu membro latejar e precisava do calor do seu corpo; segurou Polyanna pelos cabelos da nuca e ao ouvir o seus grunidos de susto e prazer, não permitiu que ela se virasse e afastando suas pernas,penetrou-a ali, de costas, na pia, com força. Não havia mais nada no mundo nenhum barulho seria ouvido além do som do prazer e a cada estocada forte os dois deliravam com as sensações, pareciam feitos um para o outro. Chegaram juntos ao prazer e enquanto a respiração voltava ao normal,foi possível sentir o cheiro de algo queimando; não haveria torradas para o café da manhã.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

O ÚLTIMO ENCONTRO

Passaram-se alguns meses e Polyanna tinha sido acolhida de tal forma pela família de Adalberto que não conseguia se soltar,não queria se soltar;e o sexo com ele? Nossa! Era alucinante, mas não dava para se prender, não nesse momento. Adalberto percebia que a partida era iminente e então tentava aproveitar cada segundo. Certo sábado ensolarado, ele resolveu fazer uma surpresa e então levou-a para um almoço em Paquetá, ela adorava Paquetá, parecia uma criança enquanto atravessavam a Baia da Guanabara. Ao chegarem na Ilha, procuraram um restaurante aconchegante, perto das barcas mesmo, pediram um prato leve, um peixe grelhado com salada, um vinho branco maravilhoso e saíram para dar uma volta pela ilha. Enquanto Adalberto alugava as bicicletas, ela olhava alguns bordados do outro lado da rua, ao se virar, percebeu que ele estava num papo bem animado com o rapaz e quando se aproximou o assunto terminou: - Vamos lá? – Disse ele, esboçando um leve sorriso. - Vamos. Saíram pedalando pela ilha em silêncio, Polyanna estava encantada; todas as vezes que ia até lá, parecia a primeira vez e Adalberto se encantava com o brilho naquele olhar mas ao mesmo tempo se perguntava por qual motivo ela gostava tanto de lá,que recordações a ilha trazia para ela? Ele não resistiu e perguntou: - Por que gosta tanto de Paquetá? – Perguntou ele enquanto paravam a bicicleta dentro do parque que os levaria até o mirante. - Porque acho a ilha encantadora, não tem carros, a qualidade de vida é excelente, vive-se bem e nos dá a sensação de ter saído do Rio de Janeiro.- Ele não se deu por satisfeito e continuou interpelando enquanto ela fingia não ouvir, já estavam no mirante e Polyanna só pensava o quão delicioso seria transar ali, e então se lembrou que alguém com quem ela não tinha um relacionamento tentava insistentemente discutir relação. Foi então que para não estragar o passeio ela ainda admirando a vista respondeu: - Já está tarde,não conseguiremos curtir a ilha.- Disse ela com o olhar perdido no mar, Adalberto percebeu que havia pisado na bola e encostando o corpo no dela sussurrou em seu ouvido: - Dormiremos aqui e poderemos aproveitar a ilha e você será minha guia.- Polyanna não esboçou nenhuma reação, só queria que o dia terminasse. Encaminharam-se em silêncio, o parque já iria fechar, Adalberto conduziu-a para uma pousada bem aconchegante, o quarto era simples e confortável.Polyanna permanecia que permanecia em silêncio, pegou uma toalha e dirigiu-se para o banho. Ele não sabia o que fazer para reverter o estrago, resolveu então entrar no banheiro e pedir desculpas, e ao abrir a porta do box, percorreu com os olhos o caminho que a agua trilhava naquele corpo e o desejo era indisfarçável; mais que depressa arrancou a roupa e agarrou-a com força em baixo do chuveiro e beijou aqueles lábios como quem procura agua no deserto. Entre apertos, arranhões, sussurros e gemidos, encostou-a na parede de modo que ela não pudesse escapar, apertava com força sua cintura enquanto erguia seu corpo, ela, que não se fez de rogada, entrelaçou as pernas em sua cintura e ele entendeu o recado. Penetrou-a com força e Polyanna cravou suas unhas nas costas dele que a essa altura se controlava para não explodir de prazer. Adalberto dava estocadas fortes, arrancando gritos de prazer e quando sentiu que ela não aguentaria mais, se permitiu chegar ao ponto alto do momento. Mesmo estando em baixo do chuveiro, o calor era forte; lutando para se equilibrar, permaneceram ali, encaixados e antes de mais um beijo quente, Adalberto sussurrou em seu ouvido: - Me desculpe. – Ela não teve tempo de responder, foi beijada com sofreguidão.- Ele começou então a ensaboar seu corpo vagarosamente e ela se permitia a cada sensação... Saíram do banho e antes que ele pedisse o jantar, transaram alucinados novamente. O dia amanheceu, saíram logo após o café e passaram numa lanchonete para não interromperem o passeio; ela era a guia turística do dia e ele não interferiria em nada, o dia era dela, para ela. - Vamos a praia da Moreninha.- Disse ela, ao descerem da bicicleta na beira do mar e seguiu para um canto da praia deixando-o para trás. Adalberto seguiu-a por um caminho estreito e subiram uma grande pedra que não permitia ver o que vinha depois. No alto, no meio da pedra havia um buraco e Polyanna já havia passado; Adalberto seguiu meio receoso, pensando em como atravessaria por ali, mas conseguiu. Do outro lado, Polyanna já havia estendido um pano, comprado na lojinha em frente ao bicicletário no dia anterior e já estava sentada sobre ele admirando o mar. Ele ficou de pé, sem fôlego com a vista, não queria imaginar como ela conhecia aquele lugar tão escondido e por motivos óbvios não perguntaria. Ela estendeu as mãos sem olhar para trás e puxou-o de modo que pudesse sentar. Ele encaixou-se em suas costas e apoiou seu queixo por sobre os ombros dela e entre um suspiro e outro, mordia-lhe o lóbulo da orelha e beijava-lhe o pescoço. Por mais que ela se esforçasse para olhar a vista, entre uma carícia e outra, seus olhos se fechavam involuntariamente, não resistiu, virou-se vagarosamente e beijou-lhe os lábios com ternura. Adalberto deitou seu corpo sobre o dela e depois de muitas trocas de carinho, abriu sua calça, seu membro não cabia mais ali de tão duro, sem desgrudar os lábios dos dela, levantou seu vestido e nem se deu ao trabalho de tirar sua calcinha, afastou-a para o lado e ao ritmo do mar, penetrou-a profundamente. Chegaram ao ápice do ato e prazer foi indescritível; enquanto ele tentava se refazer, ela sinalizava querer mais. Deitou-se sobre ele e deslizou seu corpo sobre o dele, alojando-se por entre as pernas e tocando em sua parte mais sensível, não resistiu, queria senti-lo crescer em sua boca. Sugou, lambeu, beijou e gemeu de prazer ao sentir a evolução em sua boca, tirou a calcinha, não queria barreiras, ela queria mais, Adalberto com os olhos cerrados, gemia absurdamente, era inacreditável o prazer proporcionado por ela. Ele não pode perceber o momento em que ela tirava a peça minúscula que usava por baixo do vestido, só sentiu o momento em que ela se sentou sobre ele, fazendo desaparecer todo o membro; Adalberto se contorcia de prazer e o som do mar embalava cada momento, ela sabia como dar prazer e cada transa era diferente da outra, não havia como prever sensações; Polyanna quicava em seu colo, cavalgava com gosto e rebolava ao mesmo tempo, e gemia enlouquecidamente. Adalberto moveu-se rapidamente e colocou-a de quatro, penetrando com força fazendo Polyanna gritar de prazer e querer mais. Ele apertava sua cintura com força, puxando para si e ela rebolava sem parar; Adalberto estava enlouquecido de prazer e agarrou em seus cabelos, como se quisesse dominar, controlar seus movimentos, seu próprio prazer... ... Era incontrolável, o prazer máximo se aproximava, Polyanna gritava como uma loba e Adalberto também não resistiu por muito tempo, urrava de prazer e caíram suados sobre o tecido que a essa altura estava cheio de areia. Transaram várias vezes, até que se lembraram de comer, trocaram carícias e transaram mais e mais, até que o horário da última barca se aproximou. Embarcaram e nunca mais se reencontraram, ela se assustara com a sintonia dos dois, não estava preparada para um relacionamento com outro homem que colecionava namoradas, trocou o número do telefone, era essa a melhor hora de sair de cena e ficar somente a deliciosa lembrança.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O REENCONTRO FLORESCE!

Adalberto dormia o sono dos justos enquanto Polyanna pensava em como se soltaria dele e sairia do quarto sem ser vista, já que dona Elisa já circulava pela casa, o cheiro do café perfumava o recinto. A alternativa era acordar Adalberto para que ele desse conta da situação e que fosse o menos constrangedor possível. - Preciso ir para casa. - Fazer o que? – Disse ele, animadíssimo para mais uma transa. Polyanna só conseguia pensar na mãe ali e de que forma sairia sem ser vista. - Para, sua mãe está andando pela casa, tô morrendo de vergonha, só quero sair sem que ela me veja, vou morrer de vergonha. - Por que? Impossível sair sem ser vista, relaxa, minha mãe é tranquila, bem tranquila. Vamos comer alguma coisa? – Antes que ela pudesse responder ele já havia levantado e estendia as mãos para que ela fizesse o mesmo. Enquanto se vestiam, Adalberto falava tranquilamente sobre assuntos aleatórios. Abriu a porta do quarto e deu passagem a ela, que a passos curtos tentava demorar a sair. - Bom dia mãe?! Lembra da Poly? – Polyanna olhou para ele com ar de surpresa, não se lembrava de ser tratada por ele por nenhum apelido. Dona Elisa que terminava de colocar a mesa do café não demostrou surpresa, cumprimentou os dois e chamou-os a sentar-se à mesa. O constrangimento era notório, Adalberto não tirava os olhos dela, parecia querer devora-la ali mesmo; ela por sua vez, não sabia o que fazer, para onde olhar, oque falar, se falar. A mãe dele que a essa hora parecia se divertir com a situação, resolveu intervir para quebrar o gelo. Falava sem parar sobre assuntos variados e de repente faz um convite para almoçar: - Agradeço a gentileza, mas não posso ficar.- Disse ela. - Você não esqueceu que precisamos conversar não é mesmo? - Disse Adalberto, fazendo com que ela lembrasse do que ele tinha dito na noite anterior, que ela teria que explicar o motivo de ter sumido da vida dele. -Não posso ficar, desculpe.- Sua voz quase não era ouvida, estava fraca tamanho constrangimento. Já havia terminado seu café e queria ter o dom de desaparecer, mas não, estava lá, recebendo os olhares curiosos de Dona Elisa que aparentava não entender nada e Adalberto que contribuía para tal. - Eu vou te levar para casa ... mas não agora, antes iremos conversar, então, você vai almoçar conosco.- Disse ele sem esboçar nenhuma reação passível de interpretação. Polyanna não respondeu, achou que não adiantaria argumentar, se ele queria uma explicação, então teria. O silêncio foi quebrado pela mãe dele que quis saber se eles já se conheciam, ninguém disse nada, os dois se olharam e só. - Bom, já entendi, vou ao supermercado providenciar nosso almoço, você quer algo em especial? Perguntou dona Elisa, olhando para o casal que se olhava profundamente e a resposta não veio. Então tá, vou fazer algo que você deve gostar, até já. - Disse ela, se retirando para pegar a bolsa e as chaves. Quando o som do portão se fechando foi ouvido, com um único movimento Adalberto puxou Polyanna para sua cadeira, e beijou-a loucamente, enquanto arrancava sua roupa. Polyanna se entregava, mas reclamava, a mãe dele podia voltar a qualquer momento. Entre beijos, mordidas e carícias, ele a conduzia ao quarto e sem que houvesse demora, ele enfiou a cabeça por entre as suas pernas, e ela se contorcia de prazer. Ele acelerava os movimentos enquanto Polyanna puxava sua cabeça, arqueava o corpo e puxava-o pelos cabelos. Quando não deu mais para segurar, ela gritou de prazer ao passo que prendeu a cabeça dele entre suas pernas e ele achou o máximo a sensação que provocava nela. Deslizou pelo seu corpo até encontrar o encaixe perfeito, penetrou-a do jeito que ela gostava, com força e precisão. Sentia o calor daquele corpo delicioso e sussurrava seu nome entre gemidos e sussurros. Era uma delícia tudo aquilo e por algum tempo, nada mais importava a não ser a entrega total a aquele prazer. Os movimentos foram acelerando, até que Adalberto não se conteve e chegou ao clímax um pouco depois dela, os corpos colados, molhados do suor que a essa hora estava misturado, a respiração ainda ofegante e ele ainda se lembrava de que ela gostava de sentir o peso dele depois do sexo e assim permaneceu, trocando carinhos e nenhum dos dois queria sair dali. Minutos depois, ele convidou-a para um delicioso banho, onde dispensou total atenção a cada centímetro do corpo dela, não deu para resistir e transaram ali mesmo, em baixo do chuveiro, os corpos escorregadios e ensaboados rapidamente dando lugar a umidade da água e suor, nem perceberam o tempo passar e o cheiro do tempero já se espalhava pela casa. Polyanna enxugava cada pedaço do corpo de Adalberto e ao chegar no ponto mais protuberante, desceu de modo que pudesse provar cada centímetro, lambia cada pedacinho, como se fosse o sorvete mais delicioso e sentia o membro pulsar. Precisava sentir isso em sua boca e não pensou duas vezes, engolia e sugava cada pedaço, fazendo com que o membro sumisse e reaparecer em sua boca. Adalberto não controlava o prazer, se entregava de forma que a mente esvaziava, queria mais e sabia que para conseguir mais teria que deixar que ela percebesse que estava sendo prazeroso. Ela gostava disso e ele sabia a resposta que precisava dar; quando sentiu que não aguentaria, ia explodir, tentou soltar, segurar o prazer, mas Polyanna cravou as unhas em suas coxas e puxando-o mais para si. Adalberto não resistiria mais e enquanto sussurrava seu nome, jorrava de prazer e ela não hesitou em engolir cada gota. Ele a segurou pelos pulsos e ergueu seu corpo para que pudesse abraçar aquele corpo e beijar-lhe a boca. Ela estava de volta, mas ele precisava saber se ficaria em sua vida,mas isso vocês só saberão na próxima. Beijos da Polyanna

terça-feira, 4 de agosto de 2015

INESPERADO REENCONTRO!

Após o ponto final no “relacionamento” com Adalberto, Polyanna pensou em ficar um tempo sozinha e colocar a cabeça no lugar, tudo havia acontecido tão rápido ... Após seis meses um inesperado convite chega pelos correios; Dariane, sua amiga dos tempos do magistério faria aniversário e fazia questão de sua presença. Polyanna não conseguia se conter de tanta alegria, não confirmaria presença, pois a surpresa seria incrível. Saiu então para comprar um presente para a amiga e pensou no que vestir e trocou de roupa várias vezes até optar por um vestido azul, de algodão com um leve decote e bordado na barra, que dava o tom de elegância e nos pés um sapato baixo , bege bem elegante. Ao chegar, logo foi avistada pela aniversariante que emocionada lhe abraçou. Depois de uma conversa curta, Dariane levou-a para conhecer sua família! O primeiro a lhe ser apresentado foi Marcelo, uma caricatura, adora contar piadas; a mãe dos dois, estava mais adiante, conversava com outro irmão. Ao se virarem para conhecerem Polyanna, tal qual não foi a surpresa, o irmão do meio era Adalberto! Dariane se surpreendeu com o fato dos dois se conhecerem, mas não levou o assunto a diante, precisava dar atenção aos seus convidados. A mãe, Dona Elisa, era uma fofa, contava histórias de toda a família e ora ou outra inseria Adalberto no assunto, ele parecia não estar ali. Em um dado momento, Adalberto sumiu, Polyanna ficou mais tranquila, estava desconcertada, encontrou outros amigos dos tempos da escola secundarista e então interagiu melhor; hora ou outra a aniversariante parava no grupo para interagir num animado papo. Ao observar a festa, Polyanna se depara com o olhar de Adalberto sobre ela e quando os olhares se cruzam, ele caminha a passos largos em sua direção, toca suavemente em seu cotovelo e sussurra em seu ouvido: - Agora chega, vem. Ninguém entendeu por que eu acompanhava o irmão de nossa amiga, que eu não havia trocado nenhuma palavra durante toda a noite, eu também não queria explicar. Não nos dissemos nenhuma palavra durante o trajeto, que foi curto e lá estava eu, novamente na casinha amarela, ahh, a casa amarela... Ele abriu a porta, me conduziu para dentro e num tom autoritário exclamou! - Em outro momento discutiremos o fato de você ter sumido da minha vida, em outro momento... E me beijou como se precisasse disso para viver. Eu não conseguia mais coordenar meus pensamentos e me deixei conduzir pelas sensações. Quando vi aquele corpo nu, pensei quanto tempo havia perdido, fugindo do inevitável. Adalberto arrancou minha roupa com pressa de quem tem fome, e ali mesmo, no sofá da sala me penetrou com força e não pude segurar o grito de prazer, não me lembrava o quão bom era senti-lo dentro de mim. Nossos corpos molhados de suor, o prazer aumentando a cada segundo, os movimentos ficando cada vez mais rápidos e Adalberto agarrou em meus cabelos, eu já não aguentava mais e me contorcia de prazer, ele sussurrava em meus ouvidos, coisas que me deixavam cada vez mais enlouquecida. Meus cabelos se enroscavam mais entre seus dedos, ao passo que ele puxava mais e mais meu corpo, como que quisesse atravessar minha alma! Chegamos ao máximo do prazer e continuamos ali, parados; o corpo dele relaxado sobre o meu, me dava uma deliciosa sensação de proteção, até que começamos tudo outra vez. Com a respiração ainda ofegante, Adalberto me pegou no colo e me conduziu ao quarto, onde a última coisa que queríamos era descansar. Ouvi um barulho no quintal, ele disse que era impressão minha, até que ouvimos barulho de chave na porta, para o meu espanto, já havia amanhecido. A: - É minha mãe, fique tranquila! P: - Como assim “fique tranquila”? Você nunca me disse que sua mãe morava aqui. A: - Você nunca perguntou. Ele me respondia calmamente de olhos fechados. P: - Você está dormindo? Como saio daqui agora? Nossa, que constrangimento. A: - Ainda não, quem disse que vai? Por que? Descanse um pouco. E virou-se na minha direção, prendendo as pernas nas minhas e enlaçando minha cintura, para que eu não pudesse me levantar sem que ele acordasse. O que aconteceu depois? Sobre a festa, não sei, mas em outro momento conto como sai, se sai do quarto dele. Até a próxima, Beijos da Polyanna

sábado, 14 de março de 2015

O PRIMEIRO DOS 365 DIAS DE INTENSO PRAZER!

... Todos embarcaram e Polyanna permaneceu ali,imaginando o qual seria o próximo passo de Bernardo,Veridiana,a ultima a embarcar,com um sorrisinho malicioso desejou-lhes uma boa noite,o que fez seu rosto ferver.Finalmente se foram e Bernardo conduziu Polyanna sem sinalizar para onde iriam,seguiram por ruas movimentadas,com bares lotados,falatório intenso,animado e num dado momento as vozes ficaram distantes.Foi uma caminhada rápida,cerca de 15 minutos e chegaram a uma rua curta,vazia e pararam em frente a um muro alto,de cor clara,mas era impossível identifica-la na penumbra.Ele abriu o portão de ferro,tão grande quanto o muro e abriu caminho para que ela entrasse,foi sem medo,por que se sentia tão bem com ele? g" />
O que viu foi uma casa pequena,simples e muito aconchegante,uma sala simpática,com um sofá para três lugares,uma cozinha pequena mas bem equipada e tudo muito bem organizado,parecia ter um toque feminino;ela se pôs a imaginar se mais alguém frequentava aquela casa e olhava cada detalhe,quando ele resolveu tira-la de seus pensamentos. - está com fome? - Não,mas tenho sede. Bernardo lhe deu a água e enquanto ela bebia,ele se preparava para abrir uma garrafa de vinho e serviu-a.Antes do segundo gole ele retirou a taça de suas mãos e disse: - A melhor parte da casa você ainda não viu. em seguida pegou-a pelas mãos e levou até o quarto,antes que ela pudesse fazer o reconhecimento do local,ele a beijou com sofreguidão. " Quando os beijos foram ficando mais quentes,fiquei anciosa para arrancar suas roupas,Bernardo segurou minhas mãos e sussurou: - Hoje não,hoje eu te quero de outro jeito. E eu,entre surpresa e prazer,me deixei guiar,só fazia o que ele permitia,quando permitia,aguardava cada sinal do corpo dele.Entre tantas carícias,eu já não aguentava mais,queria senti-lo e então,consegui escapar de seus beijos intensos e beijei todo o seu corpo até chegar no ponto mais protuberante.Abocanhei seu pau e pude sentir latejar em minha boca e ele delirava de prazer,puxava meus cabelos querendo mais e mais,quando sentiu que não ia aguentar,escapou com habilidade maestral e me beijou com mais desejo,cada toque,cada beijo,era tudo muito intenso,prazeroso...Ele resolveu então retribuir as carícias mais intimas, sugava e mordiscava meus mamilos me deixando louca de prazer e vagarosamente deslizou pelo meu corpo até tocar com sua lingua o meu mais íntimo segredo fazendo meu corpo arquear,o ar ficava preso no meio da minha garganta,minha voz cada vez mais rouca,enlouquecida de prazer,cheguei ao máximo do prazer.Bernardo me mordia inteira,até se posicionar entre as minhas pernas e penetrar cada sentímetro do meu corpo sussurando coisas deliciosas no meu ouvido. Os movimentos foram ficando mais intensos,ele me apertava cada vez mais de encontro ao seu corpo e o prazer aumentava a cada instante.Não resisti ao homem que me dominava,em meio a gritos e sussuros chegamos ao êxtase e o corpo dele relaxou sobre o meu e nos beijamos deliciosamente até que reiniciamos e nem percebemos,o dia amanheceu.Acordei com um delicioso cheiro de café,não vi movimentação nenhuma na casa,apenas a cafeteira ligada na cozinha.Me dirigi para o banho,certa de estar só e quando me preparava para ir pra casa,a porta se abriu,Bernardo simplesmente sorriu e me conduziu para a varanda da casa,tal qual não foi minha surpresa quando vi uma mesa posta para o café.Estava tudo tão fofo,tão... Romãntico... Não queria nada disso,foi delicioso,mas só.Eu acabei de sair de um relacionamento,não queria viver outro.Mas pera,quem falou isso? Relaxa,respira fundo e curte o momento. Tomamos café e ele me dizia o quanto se sentia bem naquela casa,do astral do lugar,da energia boa... Agora, a luz do dia,pude observar a casa,que era marela,e tinha um quintal enorme e muito bem cuidado.Terminamos o café e enquanto ele retirava a mesa,resolvi lavar a louça,Bernardo sussurou em meu ouvido:"Vou te ajudar". Encostou seu corpo no meu,e mordia meu pescoço enquanto esfregava a mão nas minhas mãos ensaboadas,a louça já tinha ficado para segundo plano a tempos;arrancava minha roupa e jogava pelo chão da cozinha sem me dar chance de me mover,eu já podia sentir seu pau latejando roçando no meu corpo.Quanto mais tentava me mover,ais ele me estreitava e então,como nos primeiros encontros,empurrou com força ali,de costas e eu gritava de prazer,os movimentos eram fortes,rápidos e deliciosos,ele puxava meu cabelo,fazendo com que meu pescoço se virasse para trás e me beijava deliciosamente!Nossos corpos colados de suor,tudo cada vez mais gostoso,gritei de prazer e ele me empurrou,fazendo com que eu inclinasse meu corpo sobre a pia e nosso tronco se desprendeu e com isso ele ganhava mais movimento e metia com força e precisão.Quando atingi o êxtase,ele saiu bruscamente de dentro de mim,reclamei tentando prendê-lo,foi em vão,Bernardo colocou o dedo sob meus lábios para que eu não reclamasse e eu comecei a lamber e sugar seu dedo,ele não escondia o prazer que sentia com isso.Me levou até a sala e me deitou sobre o sofá e voltou a me dar o prazer mais gostoso enquanto dizia que eu seria sua prisioneira,não iria em bora.Como uma prisioneira que se preze,não resisti ao cativeiro e assim passamos o restante do dia,transando loucamente e no meio de nossa loucura,ficamos juntos ,Bernardo e eu,por cerca de 12 deliciosos meses,mas ninguém ousava dizer que estava namorando,por que não estavamos.Tinhamos ciúmes como qualquer casal,ele muito mais que eu e um dia,quando ele resolveu que mesmo nos encontrando toda semana e passando todos os finais de semana juntos não estava bom,queria mais,decidi que para o nosso bem,seria melhor que cada um fosse para o seu lado.Não me perguntem por que,mas sofremos,choramos,mas a amizade permaneceu ao longo desses quase dez anos,só não podemos nos encontrar,por que ai,em qualquer lugar,a coisa pega fogo mas isso é uma história que conto em outro momento. Beijos da Polyanna

terça-feira, 10 de março de 2015

QUEM É ESSE HOMEM?

... A culpa corroía Polyanna nos dias que se seguiam,Adalberto,inconformado, a espreitava pelos muros,ela sentia seus olhos a lhe vigiar,o medo começou a fazer parte da sua vida,ela não podia se render a isso, tinha outras preocupações. Queria que a semana voasse mas nem conseguia se lembrar o nome do carinha que tinha conhecido dias antes;resolveu perguntar a Veridiana,que achou graça da situação e fez suspense... -Polyanna,você não se lembra? Bernardo é o nome dele. -Obrigada Veridiana,me ajudou bastante,afinal,como reencontrar uma pessoa que nem me lembro o nome? Os dias em fim se passaram e o fim de semana chegou;Polyanna saia para encontrar sua amiga mas com medo de ser seguida por Adalberto e finalmente chegara ao destino.Bernardo não estava lá,a decepção foi imediata,mas não podia desapontar Veridiana,então tentou se divertir.O corpo queimava,queria bernardo novamente,sentir os braços fortes lhe apertando toda,o corpo suado,os beijos intensos... No meio da noite,Polyanna conseguiu avistá-lo,havia finalmente chegado;trocaram olhares e foi como se a despisse.Ele conhecia a arte da tortura,lançava olhares maliciosos de longe,como se sinalizasse a todo instante que na hora certa,ela seria dele.Heis que surge um cavalheiro e a tira para dançar,Polyanna não recusou a dança e o homem a conduzia perfeitamente e entre rodopios e gingados perdeu Bernardo de vista,um frio lhe percorreu a espinha,foi quando num outro rodopio,foi surpreendida pelos olhos enigmáticos bem ao lado,e como se fosse fuzilar o dançarino,que ao entender o olhar,lhe entregou a moça,que rapidamente ele tratou de estreitar em seus braços fortes sem dizer uma única palavra. Terminaram a música e Bernardo puxou-a pela mão e caminharam até chegarem em um ponto deserto da rua,onde ele exclamou! -Quem lhe disse que podia dançar com qualquer um? E antes que ela tivesse tempo de retrucar,pois sentiu uma vontade imensa de manda-lo para o inferno,dizer que a vida dela não era determinada por ninguém,mas não teve forças.Bernardo a espremeu contra um muro e a beijava como se fosse a ultima vez,ao passo que puxava seus cabelos e apertava partes do seu corpo arrancando gemidos de prazer.Suas mãos percorriam seu corpo loucamente,explorando cada pedacinho. Polyanna se rendia a ele,não resistiu,abriu sua calça e abocanhou seu pau,que a essa hora implorava para sair e latejava freneticamente.Chupava como se fosse o ultimo e ele não se fazia de rogado,gemia a cada sensação proporcionada e quando não aguentava mais,puxou-a pelos cabelos,obrigando-a a levantar e com um movimento rápido colocou o preservativo,levantou-lhe o vestido e penetrou com força,o grito estridente foi uma mistura de dor e prazer inexplicável.as estocadas fortes a fazia gritar de prazer,Bernardo lhe apertava,mordia o pescoço,orelha...era delicioso.Num dado momento,suados,os dois chegaram ao ápice,as pernas dele tremiam como varas verdes,suados,tentavam relaxar em pé,escorados no muro.Os carinhos deram lugar ao sexo urgente,os beijos... nossa,que beijos!!Decidiram,meio que a contra-gosto,retornar para o meio do povo.Desta vez,ele não se distanciou por nenhum minuto,quando precisava se afastar,mesmo que rapidamente,seus olhos não desgrudavam de Polyanna.Ela então sussurrou em seu ouvido:- Quero mais! Bernardo olhou em seus olhos consentindo e ao se despedirem todos,ele segurou em suas mãos e disse: - você não... seu desejo será atendido... ...Continua.