Escrevo este Blog, para comprovar a tese de Jean Jacques Rousseau, de que todo homem nasce bom, a sociedade é que o corrompe.Blog de histórias picantes,narrativas calientes de uma menina (in) decente,com o intuito de falarmos abertamente de nossos desejos e fantasias sem medo,sem vergonha.O sexo precisa deixar de ser tabu,não é sujo,não é feio,é bom,é lindo.Perguntem,opinem,comentem,vamos usar como uma ferramenta de troca também! Espero que se deliciem com as histórias de Polyanna!!
terça-feira, 4 de agosto de 2015
INESPERADO REENCONTRO!
Após o ponto final no “relacionamento” com Adalberto, Polyanna pensou em ficar um tempo sozinha e colocar a cabeça no lugar, tudo havia acontecido tão rápido ... Após seis meses um inesperado convite chega pelos correios; Dariane, sua amiga dos tempos do magistério faria aniversário e fazia questão de sua presença. Polyanna não conseguia se conter de tanta alegria, não confirmaria presença, pois a surpresa seria incrível. Saiu então para comprar um presente para a amiga e pensou no que vestir e trocou de roupa várias vezes até optar por um vestido azul, de algodão com um leve decote e bordado na barra, que dava o tom de elegância e nos pés um sapato baixo , bege bem elegante. Ao chegar, logo foi avistada pela aniversariante que emocionada lhe abraçou. Depois de uma conversa curta, Dariane levou-a para conhecer sua família! O primeiro a lhe ser apresentado foi Marcelo, uma caricatura, adora contar piadas; a mãe dos dois, estava mais adiante, conversava com outro irmão. Ao se virarem para conhecerem Polyanna, tal qual não foi a surpresa, o irmão do meio era Adalberto! Dariane se surpreendeu com o fato dos dois se conhecerem, mas não levou o assunto a diante, precisava dar atenção aos seus convidados. A mãe, Dona Elisa, era uma fofa, contava histórias de toda a família e ora ou outra inseria Adalberto no assunto, ele parecia não estar ali. Em um dado momento, Adalberto sumiu, Polyanna ficou mais tranquila, estava desconcertada, encontrou outros amigos dos tempos da escola secundarista e então interagiu melhor; hora ou outra a aniversariante parava no grupo para interagir num animado papo. Ao observar a festa, Polyanna se depara com o olhar de Adalberto sobre ela e quando os olhares se cruzam, ele caminha a passos largos em sua direção, toca suavemente em seu cotovelo e sussurra em seu ouvido:
- Agora chega, vem.
Ninguém entendeu por que eu acompanhava o irmão de nossa amiga, que eu não havia trocado nenhuma palavra durante toda a noite, eu também não queria explicar. Não nos dissemos nenhuma palavra durante o trajeto, que foi curto e lá estava eu, novamente na casinha amarela, ahh, a casa amarela... Ele abriu a porta, me conduziu para dentro e num tom autoritário exclamou!
- Em outro momento discutiremos o fato de você ter sumido da minha vida, em outro momento... E me beijou como se precisasse disso para viver.
Eu não conseguia mais coordenar meus pensamentos e me deixei conduzir pelas sensações. Quando vi aquele corpo nu, pensei quanto tempo havia perdido, fugindo do inevitável. Adalberto arrancou minha roupa com pressa de quem tem fome, e ali mesmo, no sofá da sala me penetrou com força e não pude segurar o grito de prazer, não me lembrava o quão bom era senti-lo dentro de mim. Nossos corpos molhados de suor, o prazer aumentando a cada segundo, os movimentos ficando cada vez mais rápidos e Adalberto agarrou em meus cabelos, eu já não aguentava mais e me contorcia de prazer, ele sussurrava em meus ouvidos, coisas que me deixavam cada vez mais enlouquecida. Meus cabelos se enroscavam mais entre seus dedos, ao passo que ele puxava mais e mais meu corpo, como que quisesse atravessar minha alma! Chegamos ao máximo do prazer e continuamos ali, parados; o corpo dele relaxado sobre o meu, me dava uma deliciosa sensação de proteção, até que começamos tudo outra vez.
Com a respiração ainda ofegante, Adalberto me pegou no colo e me conduziu ao quarto, onde a última coisa que queríamos era descansar. Ouvi um barulho no quintal, ele disse que era impressão minha, até que ouvimos barulho de chave na porta, para o meu espanto, já havia amanhecido.
A: - É minha mãe, fique tranquila!
P: - Como assim “fique tranquila”? Você nunca me disse que sua mãe morava aqui.
A: - Você nunca perguntou.
Ele me respondia calmamente de olhos fechados.
P: - Você está dormindo? Como saio daqui agora? Nossa, que constrangimento.
A: - Ainda não, quem disse que vai? Por que? Descanse um pouco.
E virou-se na minha direção, prendendo as pernas nas minhas e enlaçando minha cintura, para que eu não pudesse me levantar sem que ele acordasse.
O que aconteceu depois? Sobre a festa, não sei, mas em outro momento conto como sai, se sai do quarto dele.
Até a próxima,
Beijos da Polyanna
sábado, 14 de março de 2015
O PRIMEIRO DOS 365 DIAS DE INTENSO PRAZER!
... Todos embarcaram e Polyanna permaneceu ali,imaginando o qual seria o próximo passo de Bernardo,Veridiana,a ultima a embarcar,com um sorrisinho malicioso desejou-lhes uma boa noite,o que fez seu rosto ferver.Finalmente se foram e Bernardo conduziu Polyanna sem sinalizar para onde iriam,seguiram por ruas movimentadas,com bares lotados,falatório intenso,animado e num dado momento as vozes ficaram distantes.Foi uma caminhada rápida,cerca de 15 minutos e chegaram a uma rua curta,vazia e pararam em frente a um muro alto,de cor clara,mas era impossível identifica-la na penumbra.Ele abriu o portão de ferro,tão grande quanto o muro e abriu caminho para que ela entrasse,foi sem medo,por que se sentia tão bem com ele?
g" />
O que viu foi uma casa pequena,simples e muito aconchegante,uma sala simpática,com um sofá para três lugares,uma cozinha pequena mas bem equipada e tudo muito bem organizado,parecia ter um toque feminino;ela se pôs a imaginar se mais alguém frequentava aquela casa e olhava cada detalhe,quando ele resolveu tira-la de seus pensamentos.
- está com fome?
- Não,mas tenho sede.
Bernardo lhe deu a água e enquanto ela bebia,ele se preparava para abrir uma garrafa de vinho e serviu-a.Antes do segundo gole ele retirou a taça de suas mãos e disse:
- A melhor parte da casa você ainda não viu.
em seguida pegou-a pelas mãos e levou até o quarto,antes que ela pudesse fazer o reconhecimento do local,ele a beijou com sofreguidão.
" Quando os beijos foram ficando mais quentes,fiquei anciosa para arrancar suas roupas,Bernardo segurou minhas mãos e sussurou:
- Hoje não,hoje eu te quero de outro jeito.
E eu,entre surpresa e prazer,me deixei guiar,só fazia o que ele permitia,quando permitia,aguardava cada sinal do corpo dele.Entre tantas carícias,eu já não aguentava mais,queria senti-lo e então,consegui escapar de seus beijos intensos e beijei todo o seu corpo até chegar no ponto mais protuberante.Abocanhei seu pau e pude sentir latejar em minha boca e ele delirava de prazer,puxava meus cabelos querendo mais e mais,quando sentiu que não ia aguentar,escapou com habilidade maestral e me beijou com mais desejo,cada toque,cada beijo,era tudo muito intenso,prazeroso...Ele resolveu então retribuir as carícias mais intimas, sugava e mordiscava meus mamilos me deixando louca de prazer e vagarosamente deslizou pelo meu corpo até tocar com sua lingua o meu mais íntimo segredo fazendo meu corpo arquear,o ar ficava preso no meio da minha garganta,minha voz cada vez mais rouca,enlouquecida de prazer,cheguei ao máximo do prazer.Bernardo me mordia inteira,até se posicionar entre as minhas pernas e penetrar cada sentímetro do meu corpo sussurando coisas deliciosas no meu ouvido. Os movimentos foram ficando mais intensos,ele me apertava cada vez mais de encontro ao seu corpo e o prazer aumentava a cada instante.Não resisti ao homem que me dominava,em meio a gritos e sussuros chegamos ao êxtase e o corpo dele relaxou sobre o meu e nos beijamos deliciosamente até que reiniciamos e nem percebemos,o dia amanheceu.Acordei com um delicioso cheiro de café,não vi movimentação nenhuma na casa,apenas a cafeteira ligada na cozinha.Me dirigi para o banho,certa de estar só e quando me preparava para ir pra casa,a porta se abriu,Bernardo simplesmente sorriu e me conduziu para a varanda da casa,tal qual não foi minha surpresa quando vi uma mesa posta para o café.Estava tudo tão fofo,tão... Romãntico... Não queria nada disso,foi delicioso,mas só.Eu acabei de sair de um relacionamento,não queria viver outro.Mas pera,quem falou isso? Relaxa,respira fundo e curte o momento.
Tomamos café e ele me dizia o quanto se sentia bem naquela casa,do astral do lugar,da energia boa... Agora, a luz do dia,pude observar a casa,que era marela,e tinha um quintal enorme e muito bem cuidado.Terminamos o café e enquanto ele retirava a mesa,resolvi lavar a louça,Bernardo sussurou em meu ouvido:"Vou te ajudar".
Encostou seu corpo no meu,e mordia meu pescoço enquanto esfregava a mão nas minhas mãos ensaboadas,a louça já tinha ficado para segundo plano a tempos;arrancava minha roupa e jogava pelo chão da cozinha sem me dar chance de me mover,eu já podia sentir seu pau latejando roçando no meu corpo.Quanto mais tentava me mover,ais ele me estreitava e então,como nos primeiros encontros,empurrou com força ali,de costas e eu gritava de prazer,os movimentos eram fortes,rápidos e deliciosos,ele puxava meu cabelo,fazendo com que meu pescoço se virasse para trás e me beijava deliciosamente!Nossos corpos colados de suor,tudo cada vez mais gostoso,gritei de prazer e ele me empurrou,fazendo com que eu inclinasse meu corpo sobre a pia e nosso tronco se desprendeu e com isso ele ganhava mais movimento e metia com força e precisão.Quando atingi o êxtase,ele saiu bruscamente de dentro de mim,reclamei tentando prendê-lo,foi em vão,Bernardo colocou o dedo sob meus lábios para que eu não reclamasse e eu comecei a lamber e sugar seu dedo,ele não escondia o prazer que sentia com isso.Me levou até a sala e me deitou sobre o sofá e voltou a me dar o prazer mais gostoso enquanto dizia que eu seria sua prisioneira,não iria em bora.Como uma prisioneira que se preze,não resisti ao cativeiro e assim passamos o restante do dia,transando loucamente e no meio de nossa loucura,ficamos juntos ,Bernardo e eu,por cerca de 12 deliciosos meses,mas ninguém ousava dizer que estava namorando,por que não estavamos.Tinhamos ciúmes como qualquer casal,ele muito mais que eu e um dia,quando ele resolveu que mesmo nos encontrando toda semana e passando todos os finais de semana juntos não estava bom,queria mais,decidi que para o nosso bem,seria melhor que cada um fosse para o seu lado.Não me perguntem por que,mas sofremos,choramos,mas a amizade permaneceu ao longo desses quase dez anos,só não podemos nos encontrar,por que ai,em qualquer lugar,a coisa pega fogo mas isso é uma história que conto em outro momento.
Beijos da Polyanna
g" />terça-feira, 10 de março de 2015
QUEM É ESSE HOMEM?
... A culpa corroía Polyanna nos dias que se seguiam,Adalberto,inconformado, a espreitava pelos muros,ela sentia seus olhos a lhe vigiar,o medo começou a fazer parte da sua vida,ela não podia se render a isso, tinha outras preocupações.
Queria que a semana voasse mas nem conseguia se lembrar o nome do carinha que tinha conhecido dias antes;resolveu perguntar a Veridiana,que achou graça da situação e fez suspense...
-Polyanna,você não se lembra? Bernardo é o nome dele.
-Obrigada Veridiana,me ajudou bastante,afinal,como reencontrar uma pessoa que nem me lembro o nome?
Os dias em fim se passaram e o fim de semana chegou;Polyanna saia para encontrar sua amiga mas com medo de ser seguida por Adalberto e finalmente chegara ao destino.Bernardo não estava lá,a decepção foi imediata,mas não podia desapontar Veridiana,então tentou se divertir.O corpo queimava,queria bernardo novamente,sentir os braços fortes lhe apertando toda,o corpo suado,os beijos intensos... No meio da noite,Polyanna conseguiu avistá-lo,havia finalmente chegado;trocaram olhares e foi como se a despisse.Ele conhecia a arte da tortura,lançava olhares maliciosos de longe,como se sinalizasse a todo instante que na hora certa,ela seria dele.Heis que surge um cavalheiro e a tira para dançar,Polyanna não recusou a dança e o homem a conduzia perfeitamente e entre rodopios e gingados perdeu Bernardo de vista,um frio lhe percorreu a espinha,foi quando num outro rodopio,foi surpreendida pelos olhos enigmáticos bem ao lado,e como se fosse fuzilar o dançarino,que ao entender o olhar,lhe entregou a moça,que rapidamente ele tratou de estreitar em seus braços fortes sem dizer uma única palavra.
Terminaram a música e Bernardo puxou-a pela mão e caminharam até chegarem em um ponto deserto da rua,onde ele exclamou!
-Quem lhe disse que podia dançar com qualquer um?
E antes que ela tivesse tempo de retrucar,pois sentiu uma vontade imensa de manda-lo para o inferno,dizer que a vida dela não era determinada por ninguém,mas não teve forças.Bernardo a espremeu contra um muro e a beijava como se fosse a ultima vez,ao passo que puxava seus cabelos e apertava partes do seu corpo arrancando gemidos de prazer.Suas mãos percorriam seu corpo loucamente,explorando cada pedacinho. Polyanna se rendia a ele,não resistiu,abriu sua calça e abocanhou seu pau,que a essa hora implorava para sair e latejava freneticamente.Chupava como se fosse o ultimo e ele não se fazia de rogado,gemia a cada sensação proporcionada e quando não aguentava mais,puxou-a pelos cabelos,obrigando-a a levantar e com um movimento rápido colocou o preservativo,levantou-lhe o vestido e penetrou com força,o grito estridente foi uma mistura de dor e prazer inexplicável.as estocadas fortes a fazia gritar de prazer,Bernardo lhe apertava,mordia o pescoço,orelha...era delicioso.Num dado momento,suados,os dois chegaram ao ápice,as pernas dele tremiam como varas verdes,suados,tentavam relaxar em pé,escorados no muro.Os carinhos deram lugar ao sexo urgente,os beijos... nossa,que beijos!!Decidiram,meio que a contra-gosto,retornar para o meio do povo.Desta vez,ele não se distanciou por nenhum minuto,quando precisava se afastar,mesmo que rapidamente,seus olhos não desgrudavam de Polyanna.Ela então sussurrou em seu ouvido:- Quero mais! Bernardo olhou em seus olhos consentindo e ao se despedirem todos,ele segurou em suas mãos e disse: - você não... seu desejo será atendido...
...Continua.
Assinar:
Postagens (Atom)