Escrevo este Blog, para comprovar a tese de Jean Jacques Rousseau, de que todo homem nasce bom, a sociedade é que o corrompe.Blog de histórias picantes,narrativas calientes de uma menina (in) decente,com o intuito de falarmos abertamente de nossos desejos e fantasias sem medo,sem vergonha.O sexo precisa deixar de ser tabu,não é sujo,não é feio,é bom,é lindo.Perguntem,opinem,comentem,vamos usar como uma ferramenta de troca também! Espero que se deliciem com as histórias de Polyanna!!
quinta-feira, 12 de abril de 2018
O DIA QUE NÃO TEVE FIM
Era inegável que o contato com Adalberto me fazia bem, ele sabe o jeito que eu gosto e o jeito autoritário sem autoritarismo dele me excita. Depois do café da manhã ele disse que não queria saber os motivos que mais uma vez me levaram a sumir, mas que não permitiria mais que isso acontecesse; não fiz menção de ir embora, tudo que eu não queria era conflito. Ele estava sério mas não parecia triste, conversamos sobre coisas triviais, ele me disse que sua mãe havia feito uma viagem para ajudar uma prima e que passaria um tempo fora e eu achei que já era o momento de dizer que o meu sumiço tinha relação com o fato de não conseguir controlar meus sentimentos. Adalberto olhou profundamente nos meus olhos e disse:- Eu nunca dei sinais de não te querer, mas você sempre foge de mim.- Eu não sabia o que dizer pois embora me sentisse muito bem com ele, já havia me machucado muito ao longo da vida não queria mais sofrer; pressentindo que eu pensava em ir embora, ele se aproximou, inclinou seu corpo em minha direção sussurrando no meu ouvido:- Eu sempre te quis aqui.-Fazendo menção ao sofá da sala enquanto mordia o lóbulo da minha orelha e massageava minha nuca.Meu corpo foi sucumbindo a cada sensação, percebi que era a minha hora de retribuir todo o prazer que me fora oferecido na noite anterior e empurrei meu corpo na direção do dele mordendo lentamente seus lábios enquanto me esquivava dos beijos. Desci pelo seu pescoço mordendo cada pedacinho, queria matar a saudade daquele corpo que me proporcionava tanto prazer; Adalberto sussurrava palavras que eu não conseguia compreender e quando me aproximei do seu umbigo, se antecipando ao que viria, ele se contorceu e a cueca já estava pequena para tanta vida que ansiava por liberdade, liberdade que eu daria. Lambi deliciosamente seu membro e em seguida soprei o meu hálito quente, ele estava louco para ser devorado e antecipando o momento em que ele mais gostava suguei seus testículos um por um,fazendo-o soltar um grito de prazer. Subi novamente,engolindo cada centímetro vagarosamente para que ele curtisse cada sensação e em movimentos orquestrados que faziam com que aquele pau latejante aparecesse e sumisse em minha boca, hora ou outra trocando olhares de prazer, Adalberto já estava fora de si,fato que me enlouquece de Prazer. Ao perceber que não resistiria mais, gritava meu nome e puxava meus cabelos enquanto explodia de prazer em minha boca. Ficamos ali no sofá abraçados trocando carinhos até que ele estivesse pronto outra vez, precisava senti-lo dentro de mim;o que não demorou muito para acontecer. Girando o meu corpo com rapidez e precisão,colocou-se por cima enquanto me penetrava com força e nos olhamos por alguns segundos antes de nos beijarmos loucamente enquanto ele tocava com seu membro a parte mais íntima do meu corpo; não percebemos o tempo passar e quando atingimos o prazer ficamos ali dentro um do outro até adormecera. O que aconteceu quando acordamos? Isso eu conto em outra história, beijos da Polly!
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