terça-feira, 10 de março de 2015

QUEM É ESSE HOMEM?

... A culpa corroía Polyanna nos dias que se seguiam,Adalberto,inconformado, a espreitava pelos muros,ela sentia seus olhos a lhe vigiar,o medo começou a fazer parte da sua vida,ela não podia se render a isso, tinha outras preocupações. Queria que a semana voasse mas nem conseguia se lembrar o nome do carinha que tinha conhecido dias antes;resolveu perguntar a Veridiana,que achou graça da situação e fez suspense... -Polyanna,você não se lembra? Bernardo é o nome dele. -Obrigada Veridiana,me ajudou bastante,afinal,como reencontrar uma pessoa que nem me lembro o nome? Os dias em fim se passaram e o fim de semana chegou;Polyanna saia para encontrar sua amiga mas com medo de ser seguida por Adalberto e finalmente chegara ao destino.Bernardo não estava lá,a decepção foi imediata,mas não podia desapontar Veridiana,então tentou se divertir.O corpo queimava,queria bernardo novamente,sentir os braços fortes lhe apertando toda,o corpo suado,os beijos intensos... No meio da noite,Polyanna conseguiu avistá-lo,havia finalmente chegado;trocaram olhares e foi como se a despisse.Ele conhecia a arte da tortura,lançava olhares maliciosos de longe,como se sinalizasse a todo instante que na hora certa,ela seria dele.Heis que surge um cavalheiro e a tira para dançar,Polyanna não recusou a dança e o homem a conduzia perfeitamente e entre rodopios e gingados perdeu Bernardo de vista,um frio lhe percorreu a espinha,foi quando num outro rodopio,foi surpreendida pelos olhos enigmáticos bem ao lado,e como se fosse fuzilar o dançarino,que ao entender o olhar,lhe entregou a moça,que rapidamente ele tratou de estreitar em seus braços fortes sem dizer uma única palavra. Terminaram a música e Bernardo puxou-a pela mão e caminharam até chegarem em um ponto deserto da rua,onde ele exclamou! -Quem lhe disse que podia dançar com qualquer um? E antes que ela tivesse tempo de retrucar,pois sentiu uma vontade imensa de manda-lo para o inferno,dizer que a vida dela não era determinada por ninguém,mas não teve forças.Bernardo a espremeu contra um muro e a beijava como se fosse a ultima vez,ao passo que puxava seus cabelos e apertava partes do seu corpo arrancando gemidos de prazer.Suas mãos percorriam seu corpo loucamente,explorando cada pedacinho. Polyanna se rendia a ele,não resistiu,abriu sua calça e abocanhou seu pau,que a essa hora implorava para sair e latejava freneticamente.Chupava como se fosse o ultimo e ele não se fazia de rogado,gemia a cada sensação proporcionada e quando não aguentava mais,puxou-a pelos cabelos,obrigando-a a levantar e com um movimento rápido colocou o preservativo,levantou-lhe o vestido e penetrou com força,o grito estridente foi uma mistura de dor e prazer inexplicável.as estocadas fortes a fazia gritar de prazer,Bernardo lhe apertava,mordia o pescoço,orelha...era delicioso.Num dado momento,suados,os dois chegaram ao ápice,as pernas dele tremiam como varas verdes,suados,tentavam relaxar em pé,escorados no muro.Os carinhos deram lugar ao sexo urgente,os beijos... nossa,que beijos!!Decidiram,meio que a contra-gosto,retornar para o meio do povo.Desta vez,ele não se distanciou por nenhum minuto,quando precisava se afastar,mesmo que rapidamente,seus olhos não desgrudavam de Polyanna.Ela então sussurrou em seu ouvido:- Quero mais! Bernardo olhou em seus olhos consentindo e ao se despedirem todos,ele segurou em suas mãos e disse: - você não... seu desejo será atendido... ...Continua.

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