quinta-feira, 12 de abril de 2018

O DIA QUE NÃO TEVE FIM

Era inegável que o contato com Adalberto me fazia bem, ele sabe o jeito que eu gosto e o jeito autoritário sem autoritarismo dele me excita. Depois do café da manhã ele disse que não queria saber os motivos que mais uma vez me levaram a sumir, mas que não permitiria mais que isso acontecesse; não fiz menção de ir embora, tudo que eu não queria era conflito. Ele estava sério mas não parecia triste, conversamos sobre coisas triviais, ele me disse que sua mãe havia feito uma viagem para ajudar uma prima e que passaria um tempo fora e eu achei que já era o momento de dizer que o meu sumiço tinha relação com o fato de não conseguir controlar meus sentimentos. Adalberto olhou profundamente nos meus olhos e disse:- Eu nunca dei sinais de não te querer, mas você sempre foge de mim.- Eu não sabia o que dizer pois embora me sentisse muito bem com ele, já havia me machucado muito ao longo da vida não queria mais sofrer; pressentindo que eu pensava em ir embora, ele se aproximou, inclinou seu corpo em minha direção sussurrando no meu ouvido:- Eu sempre te quis aqui.-Fazendo menção ao sofá da sala enquanto mordia o lóbulo da minha orelha e massageava minha nuca.Meu corpo foi sucumbindo a cada sensação, percebi que era a minha hora de retribuir todo o prazer que me fora oferecido na noite anterior e empurrei meu corpo na direção do dele mordendo lentamente seus lábios enquanto me esquivava dos beijos. Desci pelo seu pescoço mordendo cada pedacinho, queria matar a saudade daquele corpo que me proporcionava tanto prazer; Adalberto sussurrava palavras que eu não conseguia compreender e quando me aproximei do seu umbigo, se antecipando ao que viria, ele se contorceu e a cueca já estava pequena para tanta vida que ansiava por liberdade, liberdade que eu daria. Lambi deliciosamente seu membro e em seguida soprei o meu hálito quente, ele estava louco para ser devorado e antecipando o momento em que ele mais gostava suguei seus testículos um por um,fazendo-o soltar um grito de prazer. Subi novamente,engolindo cada centímetro vagarosamente para que ele curtisse cada sensação e em movimentos orquestrados que faziam com que aquele pau latejante aparecesse e sumisse em minha boca, hora ou outra trocando olhares de prazer, Adalberto já estava fora de si,fato que me enlouquece de Prazer. Ao perceber que não resistiria mais, gritava meu nome e puxava meus cabelos enquanto explodia de prazer em minha boca. Ficamos ali no sofá abraçados trocando carinhos até que ele estivesse pronto outra vez, precisava senti-lo dentro de mim;o que não demorou muito para acontecer. Girando o meu corpo com rapidez e precisão,colocou-se por cima enquanto me penetrava com força e nos olhamos por alguns segundos antes de nos beijarmos loucamente enquanto ele tocava com seu membro a parte mais íntima do meu corpo; não percebemos o tempo passar e quando atingimos o prazer ficamos ali dentro um do outro até adormecera. O que aconteceu quando acordamos? Isso eu conto em outra história, beijos da Polly!

CHAMPANHE E PRAZER

Polyanna recebe um convite para uma festa num clube tradicional na área nobre da cidade; era um baile de gala e ela estava super animada, fazia tempo que ela não saía de casa,não para se divertir. As lembranças de Adalberto ainda perturbavam o seu sono não esquecia a tarde em Paquetá, não sabia se ele pensava nela,por onde andava e já passava da hora de abandonar as lembranças mas o fato é que nunca o tirou dos pensamentos, lembrava cada noite tórrida, cada contato, cada carinho; mas era preciso seguir. Quem sabe conheceria alguém interessante na festa? Já havia sofrido muito por amor e não queria sentir novamente e conforme os dias passavam mais ela se animava para o evento; escolheu o melhor vestido, era branco rendado que marcava bem as linhas do seu corpo, um sapato dourado e acessórios que ornavam muito bem; olhou no espelho e gostou do que viu, chamou o táxi, pegou sua bolsa e saiu. Ao chegar no local da festa ficou deslumbrada com o requinte, a decoração era de muito bom gosto e a recepção? Ao entrar já foi recepcionada com uma taça de champanhe, sorveu a bebida enquanto sentia as bolhas estourarem no céu da sua boca, respirou fundo e o fato de não conhecer ninguém ali não fazia a menor diferença, depois da segunda taça ela faria uma amizade. Polyanna não teve trabalho, logo um rapaz bem simpático se aproximou e educadamente puxou assunto, muito elegante e muito divertido, provocava risos largos e lá pelas tantas, no auge da conversa Polyanna só pensava no fim da noite quando percebeu que era observada de longe. De repente os olhares se cruzaram e um frio percorreu sua espinha, não acreditara no que seus olhos mostravam, não podia ser Adalberto, mas era. Num misto de surpresa e reprovação,ele se aproximou e passando o braço pela sua cintura cumprimentou asperamente o jovem que ali estava:- onde você estava eu te procurei por toda parte!- disse ele. Poliana não sabia o que fazer o que dizer e o rapaz que até o momento fazia companhia percebeu o embaraço e se retirou. Adalberto mantinha os olhos fixos nos dela aguardando a resposta,não era a primeira vez que ela sumia. Polyanna disse que precisava se ausentar por questões familiares e que por esse motivo não mantiveram contato. Adalberto, que questionou o fato dela ter trocado de número sem dar nenhuma explicação plausível, imagine que ousadia dela ter se afastado depois de um final de semana maravilhoso; Polyanna conseguiu se desvencilhar dele e com o peito acelerado sem saber o que fazer, pois seu corpo ainda sentia a falta do dele. Ela se misturou no meio da multidão afim de aproveitar a festa e recuperar a noite com o mais novo amigo quando Adalberto segurou em seu braço conduzindo-a para um canto na área externa, Polyanna já estava alta com tanto champanhe, delicadamente retirou a taça de suas mãos, segurou-a pela cintura e ela não questionou. Beijou-a como se quisesse sugar sua alma,não deu para saber por quanto tempo o mundo parou.- vamos embora.- sussurrou. Ela não ofereceu resistência e sairam pela rua Lateral ao clube e Poliana fez menção de não seguir, Foi então que ele explicou que seu carro estava estacionado ali e que a levaria para casa. Antes que pudessem chegar no carro Adalberto segurou um dos braços de Poliana dizendo o quanto sentirá falta do seu contato colocou sua mão onde somente ela perceberia se ele dizia a verdade. Apertou sua cintura do jeito que ela gostava e agora Poliana não sabia se suas pernas estavam Bambas de champanhe ou do efeito que Adalberto ainda provocava em seu corpo; os olhos dele brilhavam de prazer e ao colocar as mãos por baixo de seu vestido, pode perceber que não havia peça íntima, nada além do vestido separava seu corpo do dela. Polyanna prendeu-se com as pernas em sua cintura e enquanto penetrava de forma voraz,pode sentir o calor da parte mais profunda do seu corpo. Não demorou para que atingissem o ponto mais alto daquele contato e na tentativa de abafar os gemidos e sussurros, beijavam-se com sofreguidão. Ficaram ali dentro um do outro por alguns minutos antes de ouvirem vozes de quem também saira da festa, entraram no carro e seguiram durante todo o trajeto sem dizer uma única palavra, não era preciso falar seus corpos já haviam feito isso. Polyanna não perguntou para onde iam, isso já não importava e ao chegarem ao destino, pegou em sua mão, conduzindo-a para um cômodo que ficava ao final do corredor e ao entrar ela pode reconhecer o cômodo confortável com móveis escuros e de muito bom gosto,estava no quarto dele. Adalberto aproximou-se beijou seu pescoço, seus ombros e vagarosamente abriu o seu vestido deixando deslizar pelo seu corpo até o chão, admirou aquele corpo nu que nunca lhe saíra da lembrança e por alguns minutos deslizou suas mãos Como se quisesse traçar o mapa daquele corpo com a ponta dos dedos conduzindo Polyanna até o banheiro; ligou o chuveiro e vagarosamente molhou o seu corpo ensaboando-o devagar, brincando com a espuma que se formava e Polyanna se deliciava com cada toque. Enxugou milimetricamente cada pedaço daquele corpo e levou-a para a cama tocando cuidadosamente como se fosse um cristal; não houve resistência,Polyanna deixou-se levar por cada sensação despertada e quando não aguentou mais,puxou Adalberto pelo queixo abrindo as pernas sinalizando o que queria e ele entendeu o recado. Penetrou-a vagarosamente fazendo a delirar de prazer com cada movimento,era cadenciado,pareciam dançar ao som de uma música envolvente; seus corpos pareciam um. Não era possível conter o turbilhão de prazer e o seu corpo se contorcia sobre o dele enquanto gritava e cravava suas unhas em seus ombros. Seus olhares se cruzaram no momento em que ela atingiu o prazer, Adalberto não aguentou por muito tempo e logo em seguida o prazer também o invadiu; já era dia quando chegaram à exaustão e dormiram entrelaçados. Ela nem se lembrou da mãe dele, que havia viajado dias antes. Ao despertar Adalberto percebeu que ela não estava na cama, foi invadido por um medo de que ela tivesse ido embora, partido novamente, mas para o seu alívio um barulho veio da cozinha, Polyanna preparava o café. Ele recostou-se no batente da porta com os braços cruzados acima do peito enquanto observava aquela obra de arte, Polyanna vestia somente uma camisa masculina, que por sinal lhe caiu muito bem. Foi Surpreendida por ele que a essa altura já sentia o seu membro latejar e precisava do calor do seu corpo; segurou Polyanna pelos cabelos da nuca e ao ouvir o seus grunidos de susto e prazer, não permitiu que ela se virasse e afastando suas pernas,penetrou-a ali, de costas, na pia, com força. Não havia mais nada no mundo nenhum barulho seria ouvido além do som do prazer e a cada estocada forte os dois deliravam com as sensações, pareciam feitos um para o outro. Chegaram juntos ao prazer e enquanto a respiração voltava ao normal,foi possível sentir o cheiro de algo queimando; não haveria torradas para o café da manhã.