terça-feira, 4 de agosto de 2015

INESPERADO REENCONTRO!

Após o ponto final no “relacionamento” com Adalberto, Polyanna pensou em ficar um tempo sozinha e colocar a cabeça no lugar, tudo havia acontecido tão rápido ... Após seis meses um inesperado convite chega pelos correios; Dariane, sua amiga dos tempos do magistério faria aniversário e fazia questão de sua presença. Polyanna não conseguia se conter de tanta alegria, não confirmaria presença, pois a surpresa seria incrível. Saiu então para comprar um presente para a amiga e pensou no que vestir e trocou de roupa várias vezes até optar por um vestido azul, de algodão com um leve decote e bordado na barra, que dava o tom de elegância e nos pés um sapato baixo , bege bem elegante. Ao chegar, logo foi avistada pela aniversariante que emocionada lhe abraçou. Depois de uma conversa curta, Dariane levou-a para conhecer sua família! O primeiro a lhe ser apresentado foi Marcelo, uma caricatura, adora contar piadas; a mãe dos dois, estava mais adiante, conversava com outro irmão. Ao se virarem para conhecerem Polyanna, tal qual não foi a surpresa, o irmão do meio era Adalberto! Dariane se surpreendeu com o fato dos dois se conhecerem, mas não levou o assunto a diante, precisava dar atenção aos seus convidados. A mãe, Dona Elisa, era uma fofa, contava histórias de toda a família e ora ou outra inseria Adalberto no assunto, ele parecia não estar ali. Em um dado momento, Adalberto sumiu, Polyanna ficou mais tranquila, estava desconcertada, encontrou outros amigos dos tempos da escola secundarista e então interagiu melhor; hora ou outra a aniversariante parava no grupo para interagir num animado papo. Ao observar a festa, Polyanna se depara com o olhar de Adalberto sobre ela e quando os olhares se cruzam, ele caminha a passos largos em sua direção, toca suavemente em seu cotovelo e sussurra em seu ouvido: - Agora chega, vem. Ninguém entendeu por que eu acompanhava o irmão de nossa amiga, que eu não havia trocado nenhuma palavra durante toda a noite, eu também não queria explicar. Não nos dissemos nenhuma palavra durante o trajeto, que foi curto e lá estava eu, novamente na casinha amarela, ahh, a casa amarela... Ele abriu a porta, me conduziu para dentro e num tom autoritário exclamou! - Em outro momento discutiremos o fato de você ter sumido da minha vida, em outro momento... E me beijou como se precisasse disso para viver. Eu não conseguia mais coordenar meus pensamentos e me deixei conduzir pelas sensações. Quando vi aquele corpo nu, pensei quanto tempo havia perdido, fugindo do inevitável. Adalberto arrancou minha roupa com pressa de quem tem fome, e ali mesmo, no sofá da sala me penetrou com força e não pude segurar o grito de prazer, não me lembrava o quão bom era senti-lo dentro de mim. Nossos corpos molhados de suor, o prazer aumentando a cada segundo, os movimentos ficando cada vez mais rápidos e Adalberto agarrou em meus cabelos, eu já não aguentava mais e me contorcia de prazer, ele sussurrava em meus ouvidos, coisas que me deixavam cada vez mais enlouquecida. Meus cabelos se enroscavam mais entre seus dedos, ao passo que ele puxava mais e mais meu corpo, como que quisesse atravessar minha alma! Chegamos ao máximo do prazer e continuamos ali, parados; o corpo dele relaxado sobre o meu, me dava uma deliciosa sensação de proteção, até que começamos tudo outra vez. Com a respiração ainda ofegante, Adalberto me pegou no colo e me conduziu ao quarto, onde a última coisa que queríamos era descansar. Ouvi um barulho no quintal, ele disse que era impressão minha, até que ouvimos barulho de chave na porta, para o meu espanto, já havia amanhecido. A: - É minha mãe, fique tranquila! P: - Como assim “fique tranquila”? Você nunca me disse que sua mãe morava aqui. A: - Você nunca perguntou. Ele me respondia calmamente de olhos fechados. P: - Você está dormindo? Como saio daqui agora? Nossa, que constrangimento. A: - Ainda não, quem disse que vai? Por que? Descanse um pouco. E virou-se na minha direção, prendendo as pernas nas minhas e enlaçando minha cintura, para que eu não pudesse me levantar sem que ele acordasse. O que aconteceu depois? Sobre a festa, não sei, mas em outro momento conto como sai, se sai do quarto dele. Até a próxima, Beijos da Polyanna