Escrevo este Blog, para comprovar a tese de Jean Jacques Rousseau, de que todo homem nasce bom, a sociedade é que o corrompe.Blog de histórias picantes,narrativas calientes de uma menina (in) decente,com o intuito de falarmos abertamente de nossos desejos e fantasias sem medo,sem vergonha.O sexo precisa deixar de ser tabu,não é sujo,não é feio,é bom,é lindo.Perguntem,opinem,comentem,vamos usar como uma ferramenta de troca também! Espero que se deliciem com as histórias de Polyanna!!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
O ÚLTIMO ENCONTRO
Passaram-se alguns meses e Polyanna tinha sido acolhida de tal forma pela família de Adalberto que não conseguia se soltar,não queria se soltar;e o sexo com ele? Nossa! Era alucinante, mas não dava para se prender, não nesse momento. Adalberto percebia que a partida era iminente e então tentava aproveitar cada segundo. Certo sábado ensolarado, ele resolveu fazer uma surpresa e então levou-a para um almoço em Paquetá, ela adorava Paquetá, parecia uma criança enquanto atravessavam a Baia da Guanabara. Ao chegarem na Ilha, procuraram um restaurante aconchegante, perto das barcas mesmo, pediram um prato leve, um peixe grelhado com salada, um vinho branco maravilhoso e saíram para dar uma volta pela ilha. Enquanto Adalberto alugava as bicicletas, ela olhava alguns bordados do outro lado da rua, ao se virar, percebeu que ele estava num papo bem animado com o rapaz e quando se aproximou o assunto terminou:
- Vamos lá? – Disse ele, esboçando um leve sorriso.
- Vamos.
Saíram pedalando pela ilha em silêncio, Polyanna estava encantada; todas as vezes que ia até lá, parecia a primeira vez e Adalberto se encantava com o brilho naquele olhar mas ao mesmo tempo se perguntava por qual motivo ela gostava tanto de lá,que recordações a ilha trazia para ela? Ele não resistiu e perguntou:
- Por que gosta tanto de Paquetá? – Perguntou ele enquanto paravam a bicicleta dentro do parque que os levaria até o mirante.
- Porque acho a ilha encantadora, não tem carros, a qualidade de vida é excelente, vive-se bem e nos dá a sensação de ter saído do Rio de Janeiro.- Ele não se deu por satisfeito e continuou interpelando enquanto ela fingia não ouvir, já estavam no mirante e Polyanna só pensava o quão delicioso seria transar ali, e então se lembrou que alguém com quem ela não tinha um relacionamento tentava insistentemente discutir relação. Foi então que para não estragar o passeio ela ainda admirando a vista respondeu:
- Já está tarde,não conseguiremos curtir a ilha.- Disse ela com o olhar perdido no mar, Adalberto percebeu que havia pisado na bola e encostando o corpo no dela sussurrou em seu ouvido:
- Dormiremos aqui e poderemos aproveitar a ilha e você será minha guia.- Polyanna não esboçou nenhuma reação, só queria que o dia terminasse. Encaminharam-se em silêncio, o parque já iria fechar, Adalberto conduziu-a para uma pousada bem aconchegante, o quarto era simples e confortável.Polyanna permanecia que permanecia em silêncio, pegou uma toalha e dirigiu-se para o banho. Ele não sabia o que fazer para reverter o estrago, resolveu então entrar no banheiro e pedir desculpas, e ao abrir a porta do box, percorreu com os olhos o caminho que a agua trilhava naquele corpo e o desejo era indisfarçável; mais que depressa arrancou a roupa e agarrou-a com força em baixo do chuveiro e beijou aqueles lábios como quem procura agua no deserto. Entre apertos, arranhões, sussurros e gemidos, encostou-a na parede de modo que ela não pudesse escapar, apertava com força sua cintura enquanto erguia seu corpo, ela, que não se fez de rogada, entrelaçou as pernas em sua cintura e ele entendeu o recado. Penetrou-a com força e Polyanna cravou suas unhas nas costas dele que a essa altura se controlava para não explodir de prazer. Adalberto dava estocadas fortes, arrancando gritos de prazer e quando sentiu que ela não aguentaria mais, se permitiu chegar ao ponto alto do momento. Mesmo estando em baixo do chuveiro, o calor era forte; lutando para se equilibrar, permaneceram ali, encaixados e antes de mais um beijo quente, Adalberto sussurrou em seu ouvido:
- Me desculpe. – Ela não teve tempo de responder, foi beijada com sofreguidão.- Ele começou então a ensaboar seu corpo vagarosamente e ela se permitia a cada sensação... Saíram do banho e antes que ele pedisse o jantar, transaram alucinados novamente. O dia amanheceu, saíram logo após o café e passaram numa lanchonete para não interromperem o passeio; ela era a guia turística do dia e ele não interferiria em nada, o dia era dela, para ela.
- Vamos a praia da Moreninha.- Disse ela, ao descerem da bicicleta na beira do mar e seguiu para um canto da praia deixando-o para trás. Adalberto seguiu-a por um caminho estreito e subiram uma grande pedra que não permitia ver o que vinha depois. No alto, no meio da pedra havia um buraco e Polyanna já havia passado; Adalberto seguiu meio receoso, pensando em como atravessaria por ali, mas conseguiu. Do outro lado, Polyanna já havia estendido um pano, comprado na lojinha em frente ao bicicletário no dia anterior e já estava sentada sobre ele admirando o mar. Ele ficou de pé, sem fôlego com a vista, não queria imaginar como ela conhecia aquele lugar tão escondido e por motivos óbvios não perguntaria. Ela estendeu as mãos sem olhar para trás e puxou-o de modo que pudesse sentar. Ele encaixou-se em suas costas e apoiou seu queixo por sobre os ombros dela e entre um suspiro e outro, mordia-lhe o lóbulo da orelha e beijava-lhe o pescoço. Por mais que ela se esforçasse para olhar a vista, entre uma carícia e outra, seus olhos se fechavam involuntariamente, não resistiu, virou-se vagarosamente e beijou-lhe os lábios com ternura. Adalberto deitou seu corpo sobre o dela e depois de muitas trocas de carinho, abriu sua calça, seu membro não cabia mais ali de tão duro, sem desgrudar os lábios dos dela, levantou seu vestido e nem se deu ao trabalho de tirar sua calcinha, afastou-a para o lado e ao ritmo do mar, penetrou-a profundamente. Chegaram ao ápice do ato e prazer foi indescritível; enquanto ele tentava se refazer, ela sinalizava querer mais. Deitou-se sobre ele e deslizou seu corpo sobre o dele, alojando-se por entre as pernas e tocando em sua parte mais sensível, não resistiu, queria senti-lo crescer em sua boca. Sugou, lambeu, beijou e gemeu de prazer ao sentir a evolução em sua boca, tirou a calcinha, não queria barreiras, ela queria mais, Adalberto com os olhos cerrados, gemia absurdamente, era inacreditável o prazer proporcionado por ela. Ele não pode perceber o momento em que ela tirava a peça minúscula que usava por baixo do vestido, só sentiu o momento em que ela se sentou sobre ele, fazendo desaparecer todo o membro; Adalberto se contorcia de prazer e o som do mar embalava cada momento, ela sabia como dar prazer e cada transa era diferente da outra, não havia como prever sensações; Polyanna quicava em seu colo, cavalgava com gosto e rebolava ao mesmo tempo, e gemia enlouquecidamente. Adalberto moveu-se rapidamente e colocou-a de quatro, penetrando com força fazendo Polyanna gritar de prazer e querer mais. Ele apertava sua cintura com força, puxando para si e ela rebolava sem parar; Adalberto estava enlouquecido de prazer e agarrou em seus cabelos, como se quisesse dominar, controlar seus movimentos, seu próprio prazer...
... Era incontrolável, o prazer máximo se aproximava, Polyanna gritava como uma loba e Adalberto também não resistiu por muito tempo, urrava de prazer e caíram suados sobre o tecido que a essa altura estava cheio de areia. Transaram várias vezes, até que se lembraram de comer, trocaram carícias e transaram mais e mais, até que o horário da última barca se aproximou.
Embarcaram e nunca mais se reencontraram, ela se assustara com a sintonia dos dois, não estava preparada para um relacionamento com outro homem que colecionava namoradas, trocou o número do telefone, era essa a melhor hora de sair de cena e ficar somente a deliciosa lembrança.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
O REENCONTRO FLORESCE!
Adalberto dormia o sono dos justos enquanto Polyanna pensava em como se soltaria dele e sairia do quarto sem ser vista, já que dona Elisa já circulava pela casa, o cheiro do café perfumava o recinto. A alternativa era acordar Adalberto para que ele desse conta da situação e que fosse o menos constrangedor possível.
- Preciso ir para casa.
- Fazer o que? – Disse ele, animadíssimo para mais uma transa. Polyanna só conseguia pensar na mãe ali e de que forma sairia sem ser vista.
- Para, sua mãe está andando pela casa, tô morrendo de vergonha, só quero sair sem que ela me veja, vou morrer de vergonha.
- Por que? Impossível sair sem ser vista, relaxa, minha mãe é tranquila, bem tranquila. Vamos comer alguma coisa? – Antes que ela pudesse responder ele já havia levantado e estendia as mãos para que ela fizesse o mesmo. Enquanto se vestiam, Adalberto falava tranquilamente sobre assuntos aleatórios. Abriu a porta do quarto e deu passagem a ela, que a passos curtos tentava demorar a sair.
- Bom dia mãe?! Lembra da Poly? – Polyanna olhou para ele com ar de surpresa, não se lembrava de ser tratada por ele por nenhum apelido. Dona Elisa que terminava de colocar a mesa do café não demostrou surpresa, cumprimentou os dois e chamou-os a sentar-se à mesa. O constrangimento era notório, Adalberto não tirava os olhos dela, parecia querer devora-la ali mesmo; ela por sua vez, não sabia o que fazer, para onde olhar, oque falar, se falar. A mãe dele que a essa hora parecia se divertir com a situação, resolveu intervir para quebrar o gelo. Falava sem parar sobre assuntos variados e de repente faz um convite para almoçar:
- Agradeço a gentileza, mas não posso ficar.- Disse ela.
- Você não esqueceu que precisamos conversar não é mesmo? - Disse Adalberto, fazendo com que ela lembrasse do que ele tinha dito na noite anterior, que ela teria que explicar o motivo de ter sumido da vida dele.
-Não posso ficar, desculpe.- Sua voz quase não era ouvida, estava fraca tamanho constrangimento. Já havia terminado seu café e queria ter o dom de desaparecer, mas não, estava lá, recebendo os olhares curiosos de Dona Elisa que aparentava não entender nada e Adalberto que contribuía para tal.
- Eu vou te levar para casa ... mas não agora, antes iremos conversar, então, você vai almoçar conosco.- Disse ele sem esboçar nenhuma reação passível de interpretação. Polyanna não respondeu, achou que não adiantaria argumentar, se ele queria uma explicação, então teria. O silêncio foi quebrado pela mãe dele que quis saber se eles já se conheciam, ninguém disse nada, os dois se olharam e só.
- Bom, já entendi, vou ao supermercado providenciar nosso almoço, você quer algo em especial? Perguntou dona Elisa, olhando para o casal que se olhava profundamente e a resposta não veio.
Então tá, vou fazer algo que você deve gostar, até já. - Disse ela, se retirando para pegar a bolsa e as chaves. Quando o som do portão se fechando foi ouvido, com um único movimento Adalberto puxou Polyanna para sua cadeira, e beijou-a loucamente, enquanto arrancava sua roupa. Polyanna se entregava, mas reclamava, a mãe dele podia voltar a qualquer momento. Entre beijos, mordidas e carícias, ele a conduzia ao quarto e sem que houvesse demora, ele enfiou a cabeça por entre as suas pernas, e ela se contorcia de prazer. Ele acelerava os movimentos enquanto Polyanna puxava sua cabeça, arqueava o corpo e puxava-o pelos cabelos. Quando não deu mais para segurar, ela gritou de prazer ao passo que prendeu a cabeça dele entre suas pernas e ele achou o máximo a sensação que provocava nela.
Deslizou pelo seu corpo até encontrar o encaixe perfeito, penetrou-a do jeito que ela gostava, com força e precisão. Sentia o calor daquele corpo delicioso e sussurrava seu nome entre gemidos e sussurros. Era uma delícia tudo aquilo e por algum tempo, nada mais importava a não ser a entrega total a aquele prazer. Os movimentos foram acelerando, até que Adalberto não se conteve e chegou ao clímax um pouco depois dela, os corpos colados, molhados do suor que a essa hora estava misturado, a respiração ainda ofegante e ele ainda se lembrava de que ela gostava de sentir o peso dele depois do sexo e assim permaneceu, trocando carinhos e nenhum dos dois queria sair dali. Minutos depois, ele convidou-a para um delicioso banho, onde dispensou total atenção a cada centímetro do corpo dela, não deu para resistir e transaram ali mesmo, em baixo do chuveiro, os corpos escorregadios e ensaboados rapidamente dando lugar a umidade da água e suor, nem perceberam o tempo passar e o cheiro do tempero já se espalhava pela casa. Polyanna enxugava cada pedaço do corpo de Adalberto e ao chegar no ponto mais protuberante, desceu de modo que pudesse provar cada centímetro, lambia cada pedacinho, como se fosse o sorvete mais delicioso e sentia o membro pulsar. Precisava sentir isso em sua boca e não pensou duas vezes, engolia e sugava cada pedaço, fazendo com que o membro sumisse e reaparecer em sua boca. Adalberto não controlava o prazer, se entregava de forma que a mente esvaziava, queria mais e sabia que para conseguir mais teria que deixar que ela percebesse que estava sendo prazeroso. Ela gostava disso e ele sabia a resposta que precisava dar; quando sentiu que não aguentaria, ia explodir, tentou soltar, segurar o prazer, mas Polyanna cravou as unhas em suas coxas e puxando-o mais para si. Adalberto não resistiria mais e enquanto sussurrava seu nome, jorrava de prazer e ela não hesitou em engolir cada gota. Ele a segurou pelos pulsos e ergueu seu corpo para que pudesse abraçar aquele corpo e beijar-lhe a boca. Ela estava de volta, mas ele precisava saber se ficaria em sua vida,mas isso vocês só saberão na próxima.
Beijos da Polyanna
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