Escrevo este Blog, para comprovar a tese de Jean Jacques Rousseau, de que todo homem nasce bom, a sociedade é que o corrompe.Blog de histórias picantes,narrativas calientes de uma menina (in) decente,com o intuito de falarmos abertamente de nossos desejos e fantasias sem medo,sem vergonha.O sexo precisa deixar de ser tabu,não é sujo,não é feio,é bom,é lindo.Perguntem,opinem,comentem,vamos usar como uma ferramenta de troca também! Espero que se deliciem com as histórias de Polyanna!!
terça-feira, 17 de setembro de 2013
DESEJO ENSANDECIDO!!
"O ciúme de Adalberto sufocava Polyanna,já não queria ser refém dessa doença.
Queria ser livre,apaixonada,amada;sufocada nunca!Adalberto não acompanhava seu apetite sexual,com isso,as crises de ciúmes aumentavam,e o desejo,a vontade de buscar mais e mais também. Cada vez mais insaciável, Polyanna tinha que conviver com as crises de ciúmes frequentes."
Meu desejo,a muito não cabia em mim,eu estava sedenta por sexo o tempo todo,querendo experimentar todas as posições,todos os lugares...Adalberto por algum motivo,não acompanhava meu pique,porém,precisava aplacar o desejo que queimava em mim.Então,eu precisava buscar,meu corpo pedia...Adalberto,que percebia isso,tratou de apressar o casamento.Certa vez,andando pela noite,reencontrei um amigo de infância,ele gostava da minha bala preferida,sabor melancia;quando ele abria a boca,o cheiro se espalhava e então eu só conseguia pensar em beijar aquela boca com meu sabor preferido.Ataquei,rolou,de-li-ci-oso,mas não passou disso,nos beijávamos a todo tempo,sempre com a bala de melancia,mas eu não queria isso,meu corpo queimava.Foi então que resolvi me envolver com um namoradinho de infância,morávamos relativamente perto,e se fosse bom,a proximidade me garantiria repetecos.Antes que alguém pergunte,Adalberto trabalha demais.Já tinha saído com Giba antes,mas era virgem,dessa vez seria diferente.
Não foi planejado,o que tornou a coisa mais interessante;chamei Adalberto para um show da Alcione em um município vizinho,ele se recusou e eu fui.Juro que eu só queria curtir o show e voltar pra casa,mas ao final do evento,quem eu encontro?Giba,que tem uma autoridade sem autoritarismo que eu amo e delicadamente ordenou que eu voltaria para casa com ele,não resisti,sou fraca.Ele me pegou pelo braço com força e me conduziu ao estacionamento,me colocando dentro do carro,de forma que eu entendesse que mandava naquele momento.Tentei me esquivar a todo momento,mas ao chegar perto de casa,Giba parou o carro em uma rua deserta e começou a me bulinar,parecia um polvo,chupava meus seios como se nunca tivesse visto um,lambia,mordiscava,apertava;cansei de lutar contra algo que queria muito e me entreguei.Num movimento rápido,girei o corpo e me sentei no colo dele,que ainda estava no volante,rapidamente Giba afastou o banco para que ganhasse-mos espaço e começou a arrancar minha roupa,ao passo que me apertava,mordia,lambia...Uma loucura!
Eu já não aguentava mais,queria libertar aquele pau delicioso,que a essa hora,já latejava parecendo ter um coração só pra ele,pulsando sem parar.Ao libertá-lo,pude ver de perto quão lindo era,não resisti,abocanhei freneticamente,com movimentos precisos,abrigando tudo aquilo em minha boca,para que não sentisse frio.Giba gemia feito um louco e eu me deliciava com o prazer que proporcionava a ele;num dado momento,que não lembro qual,ele me levantou com precisão e se colocou por cima do meu corpo,colocou o preservativo (faço questão)e me penetrou como se fosse um cavalo,com força,com pressão.eu gritava de prazer enquanto ele me mordia as costas e puxava meu cabelo,as vezes balbuciava xingamentos que me deixavam doida,me dava tapinhas deliciosos e em troca,eu rebolava freneticamente,ele estava louco de prazer.Me comeu como um animal no cio,metia com força,sem pena,e com a habilidade que me surpreendeu,me virou rapidamente,tão rápido que mal houve tempo de reclamar por ter tirado o pau de dentro de mim.Me cavalgou de quatro com tanta força,e eu pedia mais...Não aguentei,gritei como uma louca ao chegar ao prazer,Giba logo em seguida,me acompanhou.O dia já amanhecia,mas não conseguimos perceber,os vidros estavam embaçados,Giba me levou para casa,deixando claro que iria querer mais.Tomei um banho e fui dormir,somente ao acordar fui me lembrar de Adalberto,não com culpa que eu deveria sentir,mas com a certeza de que sempre que quisesse sexo,não o faria sair correndo do trabalho,não mais.
Continua...
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
SEXO,SUOR E CIÚMES!!
"Polyanna cada vez mais insaciável exalava sexualidade,por onde passava,os homens quase quebravam o pescoço e ela se sentia bem despertando desejos que antes,não imaginava existir.Passou a ver sexo em tudo,em todos..."
Cada vez mais aumentava meu desejo,eu não conseguia parar de pensar em sexo e os olhares masculinos me aguçavam.Eu queria mais,e para isso,conversava abertamente com minha médica,lia livros,via filmes,tudo que pudesse contribuir com uma vida sexual criativa e prazerosa me interessava.
Certa vez,Adalberto queria fazer uma posição nova,mas a complexidade era demais para a minha recém vida sexual ativa,porém ele tinha paciência,afinal,tínhamos todo tempo do mundo.Um dia uma amiga me emprestou um desses livros que prometem misuras na vida sexual de qualquer ser humano,não conseguia desgrudar das páginas,devorei o livro e tal qual não foi minha surpresa, quando vi que ele ensinava justamente essa posição.Pois bem,dessa vez surpreenderia Adalberto de tal forma,que ele não ia acreditar,pois é,ele de fato não acreditou.Nos encontramos como de costume,no fim de semana,iriamos a um casamento de amigos e eu já não aguentava mais ficar ali,olhando pra ele com todas as formalidades exigidas no espaço;acho que nem preciso relatar que o provoquei por todo tempo por baixo da mesa,mas quero relatar que numa volta do banheiro,coloquei minha calcinha minúscula no bolso dele.Queria colocar em prática tudo que li,se de fato funcionaria;a ansiedade me consumia...Finalmente fomos para a minha casa,e ele envolvido por todo clima que provoquei durante a festa,me imprensou contra a parede,ali mesmo na varanda,nem deu tempo de abrirmos a porta.Me agarrou com força,me suspendendo e colocando em um único movimento,forte e rápido,aquele pau delicioso dentro de mim.Os movimentos que se seguiram foram intensos,e eu gritava como louca,enquanto ele,visivelmente curtia cada sensação!O suor escorria pelo nosso corpo,sussurros e grunhidos de prazer ecoavam...Chegamos ao prazer absoluto,ali,em pé,recostados na parede da varanda,e Adalberto,com as pernas tremendo muito,pegou as chaves da minha mão,a essa altura eu as esmagava,e sem sair de dentro de mim,abriu a porta,e me beijava loucamente enquanto nos encaminhava-mos para o quarto.Me deitando vagarosamente,para não nos desligarmos um minuto,recomeçou os movimentos,enquanto mordia tudo que sua boca conseguia alcançar;pescoço,rosto,lábios...os movimentos foram aumentando gradativamente e as estocadas foram ficando mais fortes até que eu cravei minhas unhas em suas costas,não consegui aguentar,ele é demais.Adalberto não aguentou mais e juntos nos entregamos ao êxtase que não tardou.Trocando deliciosas carícias,caímos no sono,não dos justos,mas dos satisfeitos.
Tive,horas depois,um sonho maravilhoso,um homem que eu não conseguia ver o rosto,beijava e mordiscava todo o meu corpo,lambia e mordia cada pedacinho...Senti então,este homem misterioso abrir minhas pernas e beijar o que eu tinha de mais íntimo...Que delícia!!Mas espere um pouco,nenhum homem além de Adalberto havia tocado em mim,não de forma tão íntima!!Na esperança de conseguir reunir forças e me livrar daquele delicioso contato,abri rapidamente os olhos,queria acordar,precisava acordar.Constatei então,a tempo de ouvir ainda,meu próprio gemido de prazer, que o sonho era realidade,e que o estranho,era meu homem,então,passado o susto,me entreguei...Num habilidoso movimento,ele me colocou em cima do seu corpo,enquanto me apertava toda,e com força (eu adoro) e eu sentei em seu colo,com força,como se cavalgasse um alazão.Quando menos se esperava,fiz a tão sonhada posição,foi tão...fantástico...Ele não resistiu,gritou de prazer e eu me senti a mulher mais perfeita do mundo.Estava satisfeita de ter retribuído todo o prazer que me foi proporcionado até então.Relaxados,deixamos nossos corpos colados até o completo descanso!
Horas depois,Adalberto,num misto de maravilha e desconfiança,quis saber como consegui desempenhar com tal agilidade e precisão,a tão dificultosa manobra.Ele já não conseguia mais conviver com o ciúme,achava que se um dia,por um motivo ou por outro não conseguisse vir me ver,que eu arrumaria outro para substitui-lo,e o pior,achava que eu havia aperfeiçoado com outro.Argumentei,mas resultou numa discussão desnecessária,que em seguida contornamos.Mas uma coisa era fato,o ciúme agora,dividiria o travesseiro conosco.Ele sempre se despedia com a mesma frase: - Polyanna,Polyanna,se cuide.
A única coisa boa nisso tudo,é que ele passou a atender cada vez mais rápido os meus chamados inesperados.A criatividade e o desejo caminhavam lado a lado,na rua,no ônibus,na praça.na praia...Não conhecemos limites para o prazer.
Cada vez mais aumentava meu desejo,eu não conseguia parar de pensar em sexo e os olhares masculinos me aguçavam.Eu queria mais,e para isso,conversava abertamente com minha médica,lia livros,via filmes,tudo que pudesse contribuir com uma vida sexual criativa e prazerosa me interessava.
Certa vez,Adalberto queria fazer uma posição nova,mas a complexidade era demais para a minha recém vida sexual ativa,porém ele tinha paciência,afinal,tínhamos todo tempo do mundo.Um dia uma amiga me emprestou um desses livros que prometem misuras na vida sexual de qualquer ser humano,não conseguia desgrudar das páginas,devorei o livro e tal qual não foi minha surpresa, quando vi que ele ensinava justamente essa posição.Pois bem,dessa vez surpreenderia Adalberto de tal forma,que ele não ia acreditar,pois é,ele de fato não acreditou.Nos encontramos como de costume,no fim de semana,iriamos a um casamento de amigos e eu já não aguentava mais ficar ali,olhando pra ele com todas as formalidades exigidas no espaço;acho que nem preciso relatar que o provoquei por todo tempo por baixo da mesa,mas quero relatar que numa volta do banheiro,coloquei minha calcinha minúscula no bolso dele.Queria colocar em prática tudo que li,se de fato funcionaria;a ansiedade me consumia...Finalmente fomos para a minha casa,e ele envolvido por todo clima que provoquei durante a festa,me imprensou contra a parede,ali mesmo na varanda,nem deu tempo de abrirmos a porta.Me agarrou com força,me suspendendo e colocando em um único movimento,forte e rápido,aquele pau delicioso dentro de mim.Os movimentos que se seguiram foram intensos,e eu gritava como louca,enquanto ele,visivelmente curtia cada sensação!O suor escorria pelo nosso corpo,sussurros e grunhidos de prazer ecoavam...Chegamos ao prazer absoluto,ali,em pé,recostados na parede da varanda,e Adalberto,com as pernas tremendo muito,pegou as chaves da minha mão,a essa altura eu as esmagava,e sem sair de dentro de mim,abriu a porta,e me beijava loucamente enquanto nos encaminhava-mos para o quarto.Me deitando vagarosamente,para não nos desligarmos um minuto,recomeçou os movimentos,enquanto mordia tudo que sua boca conseguia alcançar;pescoço,rosto,lábios...os movimentos foram aumentando gradativamente e as estocadas foram ficando mais fortes até que eu cravei minhas unhas em suas costas,não consegui aguentar,ele é demais.Adalberto não aguentou mais e juntos nos entregamos ao êxtase que não tardou.Trocando deliciosas carícias,caímos no sono,não dos justos,mas dos satisfeitos.
Tive,horas depois,um sonho maravilhoso,um homem que eu não conseguia ver o rosto,beijava e mordiscava todo o meu corpo,lambia e mordia cada pedacinho...Senti então,este homem misterioso abrir minhas pernas e beijar o que eu tinha de mais íntimo...Que delícia!!Mas espere um pouco,nenhum homem além de Adalberto havia tocado em mim,não de forma tão íntima!!Na esperança de conseguir reunir forças e me livrar daquele delicioso contato,abri rapidamente os olhos,queria acordar,precisava acordar.Constatei então,a tempo de ouvir ainda,meu próprio gemido de prazer, que o sonho era realidade,e que o estranho,era meu homem,então,passado o susto,me entreguei...Num habilidoso movimento,ele me colocou em cima do seu corpo,enquanto me apertava toda,e com força (eu adoro) e eu sentei em seu colo,com força,como se cavalgasse um alazão.Quando menos se esperava,fiz a tão sonhada posição,foi tão...fantástico...Ele não resistiu,gritou de prazer e eu me senti a mulher mais perfeita do mundo.Estava satisfeita de ter retribuído todo o prazer que me foi proporcionado até então.Relaxados,deixamos nossos corpos colados até o completo descanso!
Horas depois,Adalberto,num misto de maravilha e desconfiança,quis saber como consegui desempenhar com tal agilidade e precisão,a tão dificultosa manobra.Ele já não conseguia mais conviver com o ciúme,achava que se um dia,por um motivo ou por outro não conseguisse vir me ver,que eu arrumaria outro para substitui-lo,e o pior,achava que eu havia aperfeiçoado com outro.Argumentei,mas resultou numa discussão desnecessária,que em seguida contornamos.Mas uma coisa era fato,o ciúme agora,dividiria o travesseiro conosco.Ele sempre se despedia com a mesma frase: - Polyanna,Polyanna,se cuide.
A única coisa boa nisso tudo,é que ele passou a atender cada vez mais rápido os meus chamados inesperados.A criatividade e o desejo caminhavam lado a lado,na rua,no ônibus,na praça.na praia...Não conhecemos limites para o prazer.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
O FOGO QUE ME CONSOME!
Polyanna cada dia mais insaciável,sentia que algo explodiria dentro dela,não cabia mais,precisava dar vazão a tanto desejo.
Senti um fogo ardendo dentro de mim,não conseguia me conter;precisava de sexo,precisava naquele momento,não dava para aguentar.Foi quando tive a ideia de ligar para Adalberto,que a essa altura,assim como eu,estava no trabalho.Meu corpo se arrepiava a todo instante,o suor escorria por entre meus seios até o umbigo,as vezes escorrendo por minha virilha.O desejo saia pelos poros,meu corpo gritava,precisava dele,precisava senti-lo dentro de mim.Não conseguia mais me concentrar,minhas tarefas haviam se encerrado antes do expediente e Adalberto,justo naquele dia sairia mais tarde do trabalho.Implorei,supliquei,não aguentaria até o dia seguinte,a noite seguinte,então ele atendeu.Saiu do trabalho disposto,mesmo com todo cansaço,a aplacar o desejo de sua fêmea.Ele não chegava nunca,parecia uma eternidade,meu corpo incendiava,precisava aplacar esse desejo abundante.Não resisti,toquei meu corpo como nunca havia tocado,tão absorta em meus desejos,não ouvi a porta.Adalberto de pé,parecia maravilhado com a cena;não parei,a calça já não cabia mais nele,latejava...com uma única mão arrancou a calça que lhe apertava e com a outra,agarrou-me pelos cabelos enquanto me beijava com sofreguidão.Num movimento rápido,me penetrou com força,movimentando-se rapidamente,até chegarmos ao mais sublime prazer.Nossos corpos suados,pediam mais e mais;Adalberto começou a me beijar,deslizando pela minha barriga,até chegar no mais íntimo do meu corpo,eu gritava como uma louca,enquanto arqueava o corpo sinalizando para que não parasse.Ele entendeu e atendeu meu pedido,me fazendo desfalecer de prazer,retribui na mesma medida,abocanhando seu membro rijo,como uma criança se agarra a um brinquedo,para mim,não deixava de ser,meu brinquedo preferido.Quando percebi que ele chegaria ao prazer,parei e ainda pude ver,antes de subir em seu colo,seu olhar de decepção.Meu corpo subia e descia no ritmo do prazer,até que ele me puxou violentamente,me atirou na cama,e com uma rapidez impressionante,me virou de bruços e me penetrou da forma mais animalesca,enquanto me puxava para mais perto,pelos cabelos.Não resisti,aumentei os movimentos,ao passo que ele com mais força apertava e puxava meu corpo de encontro ao dele.Chegamos ao inevitável,o prazer sem limites,e foi aí que descobri que sofria de uma maravilhosa crise,espasmos de prazer.Adalberto acariciava meu corpo suado e a cada carícia,sentia uma sensação inexplicavelmente deliciosa,que involuntariamente vinha acompanhada de gritinhos e gemidos.
Para mim,aquela sensação,era uma novidade,uma deliciosa novidade.Sentir prazer depois do prazer...O que mais eu podia querer?
Até a próxima,
Polyanna
Senti um fogo ardendo dentro de mim,não conseguia me conter;precisava de sexo,precisava naquele momento,não dava para aguentar.Foi quando tive a ideia de ligar para Adalberto,que a essa altura,assim como eu,estava no trabalho.Meu corpo se arrepiava a todo instante,o suor escorria por entre meus seios até o umbigo,as vezes escorrendo por minha virilha.O desejo saia pelos poros,meu corpo gritava,precisava dele,precisava senti-lo dentro de mim.Não conseguia mais me concentrar,minhas tarefas haviam se encerrado antes do expediente e Adalberto,justo naquele dia sairia mais tarde do trabalho.Implorei,supliquei,não aguentaria até o dia seguinte,a noite seguinte,então ele atendeu.Saiu do trabalho disposto,mesmo com todo cansaço,a aplacar o desejo de sua fêmea.Ele não chegava nunca,parecia uma eternidade,meu corpo incendiava,precisava aplacar esse desejo abundante.Não resisti,toquei meu corpo como nunca havia tocado,tão absorta em meus desejos,não ouvi a porta.Adalberto de pé,parecia maravilhado com a cena;não parei,a calça já não cabia mais nele,latejava...com uma única mão arrancou a calça que lhe apertava e com a outra,agarrou-me pelos cabelos enquanto me beijava com sofreguidão.Num movimento rápido,me penetrou com força,movimentando-se rapidamente,até chegarmos ao mais sublime prazer.Nossos corpos suados,pediam mais e mais;Adalberto começou a me beijar,deslizando pela minha barriga,até chegar no mais íntimo do meu corpo,eu gritava como uma louca,enquanto arqueava o corpo sinalizando para que não parasse.Ele entendeu e atendeu meu pedido,me fazendo desfalecer de prazer,retribui na mesma medida,abocanhando seu membro rijo,como uma criança se agarra a um brinquedo,para mim,não deixava de ser,meu brinquedo preferido.Quando percebi que ele chegaria ao prazer,parei e ainda pude ver,antes de subir em seu colo,seu olhar de decepção.Meu corpo subia e descia no ritmo do prazer,até que ele me puxou violentamente,me atirou na cama,e com uma rapidez impressionante,me virou de bruços e me penetrou da forma mais animalesca,enquanto me puxava para mais perto,pelos cabelos.Não resisti,aumentei os movimentos,ao passo que ele com mais força apertava e puxava meu corpo de encontro ao dele.Chegamos ao inevitável,o prazer sem limites,e foi aí que descobri que sofria de uma maravilhosa crise,espasmos de prazer.Adalberto acariciava meu corpo suado e a cada carícia,sentia uma sensação inexplicavelmente deliciosa,que involuntariamente vinha acompanhada de gritinhos e gemidos.
Para mim,aquela sensação,era uma novidade,uma deliciosa novidade.Sentir prazer depois do prazer...O que mais eu podia querer?
Até a próxima,
Polyanna
quarta-feira, 31 de julho de 2013
QUANTO MELHOR,MAIS!!
"...Começo de namoro é assim, sexo toda hora, em todo lugar, sem
hora pra parar, coisa de doido. Polyanna se entregava de fato ao desejo, parecia
querer recuperar todo o tempo em que não havia feito amor!"
A sintonia era perfeita,falava-mos a mesma língua,entendiamos pelo olhar o que o outro queria,bastava cruzar o olhar e procurava-mos um lugar,um canto só nosso,ao menos naquele momento.Eu não conseguia mais um minuto sem pensar nele,no cheiro,no corpo,nas mãos...Alegre,divertido,me fazia rir e as vezes,só pra ver minha reação,me negava amor,mas eu sabia exatamente o que e como fazer para convencer.Bastava um carinho,um beijinho no lóbulo,palavras picantes ao pé do ouvido e pronto,era meu por inteiro.Por algumas vezes,cansado do trabalho,Adalberto não queria,não tinha forças,mas sabia que sua mulher era exigente,queria sempre,queria mais;então cedia,mesmo no cansaço,cedia aos meus apelos.Ele teve paciência em me ensinar,em retribuição,aprendi com perfeição,então ele sabia que não se arrependeria.No calor,no frio,na cama,no chão,nos muros da esquina...
...Adalberto não tinha mais um minuto de sossego, eu não dava; queria
fazer amor a toda hora, o dia inteiro, a noite inteira... Como era bom! Ele
sabia me tocar no ponto certo, me fazia vibrar... Até ir a feira me deixava
excitada. Toda hora procurava um cantinho, em pé, deitada, sentada... eu queria
de todas as formas. Ficava provocando, tirava a calcinha e colocava em seu
bolso, escrevia bilhetes inesperados e provocantes, dava telefonemas picantes
fora de hora...Certa vez, vinhamos de uma festa, e preferi vir a pé para casa, pelo
caminho mais escuro, é claro. A essa altura, já estava sem calcinha, pronta pra
atacar há qualquer momento, não pensei duas vezes ao jogá-lo contra um muro e
me atirar para cima, levantando a saia e me deliciando com a cara de surpresa e
susto! Ele não resistiu e me possuiu ali, sem nos preocuparmos com nada ao
redor. Ergueu-me em seus braços, encaixando perfeitamente meu corpo no dele, num
movimento frenético até nos levar ao mais completo êxtase! Suados, satisfeitos
temporariamente, seguimos para minha casa, para mais uma noite daquelas.Num outro momento,tínhamos brigado,as pazes eram as mais excitantes,sempre que brigava-mos ele me surpreendia com algo interessante.Ele me convidou para almoçarmos em Petrópolis,eu meio que surpresa e ainda chateada com nossa briga,perguntei:Só almoçar?Ele respondeu que sim,então fomos.No caminho,já dentro do ônibus,a caminho da serra,não resisti e decidi que seria ali,então comecei a acaricia-lo e não resisti a resposta que veio imediatamente.Abri sua calça,que neste momento já estava apertada e como gostei do que vi,rapidamente coloquei na boca e com movimentos frenéticos,quando percebi que ele não aguentaria mais,parei por alguns segundos,que para ele pareceram uma eternidade,sentei em seu colo,e em movimentos deliciosos e grunhidos de prazer,chegamos ao clímax!Percebemos depois,que esquecemos de fechar as cortinas,logo,por onde passamos,a cada sinal fechado,as pessoas presenciaram nossos momentos íntimos.Já era tarde pra se arrepender,só nos restava curtir as sensações que se desprendiam do nosso corpo naquele momento!!
AMOR COM AMOR,SE PAGA?
Escrevo este texto inicial, para comprovar a tese de Jean
Jacques Rousseau, de que todo ser humano nasce bom, a sociedade é que nos
corrompe. Não, também não é um blog com intuito acadêmico, mas de histórias
picantes, são narrativas calientes de uma menina (in) decente. Porém, precisamos
entender que tudo tem um início, um meio... Espero que se deliciem com as
histórias de Polyanna!!
Conheci Adalberto numa festa de rua, ritmo quente, balançando
pra lá e pra cá, cervejinha gelada...Acho importante dizer como cheguei nessa
festa; pedi a minha mãe para ir a festa de uma amiga, na hora de cortar o bolo,
decidimos que não, ninguém fazia 18 anos impunemente, então decidimos ir para
uma festa de rua em outro município. Cortamos o bolo pela manhã, quando
chegamos. Voltando ao ponto anterior, troca de olhares sem fim, até que ele se
aproximou e vieram os galanteios, o papo mole...Eu, querendo me envolver, mesmo
tímida deixei fluir. Eu sabia onde o encontrar, e por este motivo, ia toda
semana ao mesmo local. O flerte durou cerca de dois meses, até que finalmente
rolou o primeiro beijo. Neste momento, caiu uma chuva torrencial, que foi
entendida por mim, como um sinal dos céus, seria este o homem da minha vida? Na
semana seguinte nos encontramos novamente, os beijos ficam mais quentes, até
que ele decide nos levar para um lugar mais reservado. Deixei-me guiar pelo
homem experiente e entramos em um prédio metade comercial, metade residencial e
fomos para a escada de incêndio.
Os amassos foram ficando cada vez mais intensos quando de repente,
espantado ele pergunta:
Você é virgem?
Eu, meio tímida, respondi positivamente com um aceno.
Por algum motivo, ele decide então ir em bora, e segue a
passos largos para o local onde havíamos nos encontrado. Os carinhos ficam menos
intensos, talvez por conta do público, penso. Ao fim do evento, ele
carinhosamente faz questão de me levar até o ônibus e no caminho aproveita para
conversar, e pedir o número de meu telefone. Naquela época, não se tinha
telefones com facilidade, então dei o número de um orelhão e o horário em que
provavelmente estaria por perto para receber a ligação. Claro que não deu
certo, os desencontros vieram e nos perdemos um do outro. A saudade me consumia
todos os dias, achava-o por deveras especial, não podia perde-lo de vista.
Decidi voltar ao local do primeiro encontro sem sucesso, porém, não conseguia
mais me divertir, precisava dele. Voltei tantas vezes sem efeito, que acabei me
lembrando de um comentário feito por ele em relação a sua casa; juntei o quebra
cabeças, escrevi uma carta e pedi a uma amiga para levar, expliquei o máximo
que sabia sobre como chegar no local e minha amiga foi. Perguntou até
encontrar, mas ele não estava em casa. E daí? Achou a casa dele, a mãe dele, que
recebeu prontamente a carta, que além de uma declaração de amor, continha um
endereço, dessa vez para que não nos perdêssemos. Dias se seguiram, e a
tristeza voltou a ocupar o lugar que outrora era da esperança. Uma semana
depois, sentada em meu quintal,ela ouve uma palma em seu portão, ao olhar, viu
aquele homem grande, lindo, com um sorriso largo, um príncipe. Estava acompanhado
de um amigo, não confiou ir sozinho a uma lugar que não conhecia sem saber o
que lhe esperava. Conversaram longamente, enquanto ela preparava um macarrão
cos salsichas que ele achou delicioso. Não se perderam mais, nem ao menos se lembram
de como começou o namoro, mas finalmente se enamoraram. Ele, sempre
galanteador, dizendo que respeita o fato de ter uma virgem em seus braços, mas
que não tem mais idade de namorar na rua, que é uma exposição desnecessária, e
que podem ir para um local mais reservado, e que não aconteceria nada que ela
não quisesse. Como resistir? Passaram então, em seus encontros, a dormirem em
motéis, onde os desejos falavam mais alto e “brincavam” até amanhecer. Mesmo
com as tentativas dele, ela não se sentia à vontade para ceder a penetração, ele
respeitava isso. Dois anos depois, numa data mais que especial, ela resolveu
então surpreende-lo. No meio de uma “brincadeira”, me deixei penetrar, sentindo
as dores e as delícias! Estava feliz, plena e satisfeita, entreguei-me ao homem
que chamava de meu, tinha certeza que não me arrependeria com o feito. Ele, romântico
que só, além de preocupar-se comigo, com o momento, comprou-me flores em
agradecimento ao momento mágico. Minha vida então, tornou-se o paraíso, fui por
longos anos, a mulher mais feliz do mundo.
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