terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O REENCONTRO FLORESCE!

Adalberto dormia o sono dos justos enquanto Polyanna pensava em como se soltaria dele e sairia do quarto sem ser vista, já que dona Elisa já circulava pela casa, o cheiro do café perfumava o recinto. A alternativa era acordar Adalberto para que ele desse conta da situação e que fosse o menos constrangedor possível. - Preciso ir para casa. - Fazer o que? – Disse ele, animadíssimo para mais uma transa. Polyanna só conseguia pensar na mãe ali e de que forma sairia sem ser vista. - Para, sua mãe está andando pela casa, tô morrendo de vergonha, só quero sair sem que ela me veja, vou morrer de vergonha. - Por que? Impossível sair sem ser vista, relaxa, minha mãe é tranquila, bem tranquila. Vamos comer alguma coisa? – Antes que ela pudesse responder ele já havia levantado e estendia as mãos para que ela fizesse o mesmo. Enquanto se vestiam, Adalberto falava tranquilamente sobre assuntos aleatórios. Abriu a porta do quarto e deu passagem a ela, que a passos curtos tentava demorar a sair. - Bom dia mãe?! Lembra da Poly? – Polyanna olhou para ele com ar de surpresa, não se lembrava de ser tratada por ele por nenhum apelido. Dona Elisa que terminava de colocar a mesa do café não demostrou surpresa, cumprimentou os dois e chamou-os a sentar-se à mesa. O constrangimento era notório, Adalberto não tirava os olhos dela, parecia querer devora-la ali mesmo; ela por sua vez, não sabia o que fazer, para onde olhar, oque falar, se falar. A mãe dele que a essa hora parecia se divertir com a situação, resolveu intervir para quebrar o gelo. Falava sem parar sobre assuntos variados e de repente faz um convite para almoçar: - Agradeço a gentileza, mas não posso ficar.- Disse ela. - Você não esqueceu que precisamos conversar não é mesmo? - Disse Adalberto, fazendo com que ela lembrasse do que ele tinha dito na noite anterior, que ela teria que explicar o motivo de ter sumido da vida dele. -Não posso ficar, desculpe.- Sua voz quase não era ouvida, estava fraca tamanho constrangimento. Já havia terminado seu café e queria ter o dom de desaparecer, mas não, estava lá, recebendo os olhares curiosos de Dona Elisa que aparentava não entender nada e Adalberto que contribuía para tal. - Eu vou te levar para casa ... mas não agora, antes iremos conversar, então, você vai almoçar conosco.- Disse ele sem esboçar nenhuma reação passível de interpretação. Polyanna não respondeu, achou que não adiantaria argumentar, se ele queria uma explicação, então teria. O silêncio foi quebrado pela mãe dele que quis saber se eles já se conheciam, ninguém disse nada, os dois se olharam e só. - Bom, já entendi, vou ao supermercado providenciar nosso almoço, você quer algo em especial? Perguntou dona Elisa, olhando para o casal que se olhava profundamente e a resposta não veio. Então tá, vou fazer algo que você deve gostar, até já. - Disse ela, se retirando para pegar a bolsa e as chaves. Quando o som do portão se fechando foi ouvido, com um único movimento Adalberto puxou Polyanna para sua cadeira, e beijou-a loucamente, enquanto arrancava sua roupa. Polyanna se entregava, mas reclamava, a mãe dele podia voltar a qualquer momento. Entre beijos, mordidas e carícias, ele a conduzia ao quarto e sem que houvesse demora, ele enfiou a cabeça por entre as suas pernas, e ela se contorcia de prazer. Ele acelerava os movimentos enquanto Polyanna puxava sua cabeça, arqueava o corpo e puxava-o pelos cabelos. Quando não deu mais para segurar, ela gritou de prazer ao passo que prendeu a cabeça dele entre suas pernas e ele achou o máximo a sensação que provocava nela. Deslizou pelo seu corpo até encontrar o encaixe perfeito, penetrou-a do jeito que ela gostava, com força e precisão. Sentia o calor daquele corpo delicioso e sussurrava seu nome entre gemidos e sussurros. Era uma delícia tudo aquilo e por algum tempo, nada mais importava a não ser a entrega total a aquele prazer. Os movimentos foram acelerando, até que Adalberto não se conteve e chegou ao clímax um pouco depois dela, os corpos colados, molhados do suor que a essa hora estava misturado, a respiração ainda ofegante e ele ainda se lembrava de que ela gostava de sentir o peso dele depois do sexo e assim permaneceu, trocando carinhos e nenhum dos dois queria sair dali. Minutos depois, ele convidou-a para um delicioso banho, onde dispensou total atenção a cada centímetro do corpo dela, não deu para resistir e transaram ali mesmo, em baixo do chuveiro, os corpos escorregadios e ensaboados rapidamente dando lugar a umidade da água e suor, nem perceberam o tempo passar e o cheiro do tempero já se espalhava pela casa. Polyanna enxugava cada pedaço do corpo de Adalberto e ao chegar no ponto mais protuberante, desceu de modo que pudesse provar cada centímetro, lambia cada pedacinho, como se fosse o sorvete mais delicioso e sentia o membro pulsar. Precisava sentir isso em sua boca e não pensou duas vezes, engolia e sugava cada pedaço, fazendo com que o membro sumisse e reaparecer em sua boca. Adalberto não controlava o prazer, se entregava de forma que a mente esvaziava, queria mais e sabia que para conseguir mais teria que deixar que ela percebesse que estava sendo prazeroso. Ela gostava disso e ele sabia a resposta que precisava dar; quando sentiu que não aguentaria, ia explodir, tentou soltar, segurar o prazer, mas Polyanna cravou as unhas em suas coxas e puxando-o mais para si. Adalberto não resistiria mais e enquanto sussurrava seu nome, jorrava de prazer e ela não hesitou em engolir cada gota. Ele a segurou pelos pulsos e ergueu seu corpo para que pudesse abraçar aquele corpo e beijar-lhe a boca. Ela estava de volta, mas ele precisava saber se ficaria em sua vida,mas isso vocês só saberão na próxima. Beijos da Polyanna

Um comentário: