domingo, 21 de dezembro de 2014

SEXO É O REMÉDIO PARA DOR?

Polyanna estava em duvida se realmente valeria a pena insistir no relacionamento com Adalberto,e após seu reencontro com Giba,essa dúvida só aumentou.O sexo não era mais o mesmo a algum tempo e ela já não o procurava durante a semana,não queria mais fazer sexo em qualquer lugar, a qualquer hora,o ciúme de Adalberto só aumentava;foi então que ela decidiu.Acordou cedo,sua rotina não seria a mesma;olhou para cada peça de seu enxoval,nada fazia sentido,estava decidido. Adalberto não aceitava o fim,o clima estava tenso e queria discutir a relação pela milésima vez,aparar as arestas,mas não havia mais tempo,estava acabado. Polyanna ficou reclusa por uma semana,não queria ver ninguém,falar com ninguém,avaliando sua decisão,com medo de se arrepender;Foi então que Veridiana,uma amiga que embora gostasse,procurava evitar,tamanha loucura que sempre fazia.Veridiana era casada e adorava se arriscar levando seus amantes para sua casa enquanto seu marido estava no trabalho.De tanto que ela insistiu,Polyanna resolveu sair,foram a um samba,porém só Veridiana conseguia se divertir. "Fiquei parada num canto pensando o que estava fazendo ali,foi ai que Veridiana sumiu,eu já sabia que estava aprontando,fiquei irritada.Meia hora depois ela retornou com um grupo de pessoas que havia conhecido por lá e me apresentou.Eram pessoas legais,uma fam´lia inteira e enquanto eu dava atenção as pessoas que ela havia trazido,olhei em volta e ela havia sumido novamente.Na hora em que Veridiana resolveu ir para casa respirei aliviada,nunca quis tanto minha casa,minha cama... seguimos para o ponto de ônibus e percebi dois rostos que não me pareceram tão estranhos,mas não identifiquei.Somente ao chegarmos percebi que eles estavam lá no samba,tive medo mas perguntei se eles estavam com ela e tal qual não foi minha surpresa quando ela respondeu:"Sim,mas eu só quero um,o outro é seu!" Obviamente me assustei,discordei,me neguei,mas não teve argumento,ela me disse que eles não foram até lá atoa,que iriam ficar conosco.Então,ainda a contra-gosto fomos para a casa dela e até então não tinha dirigido uma palavra ao estranho com quem eu transaria,até que ele quebrou o gelo me dizendo seu nome e lógico,esqueci no primeiro beijo,e que beijo!! Dali por diante me dediquei a sentir cada sensação provocada pelas mãos e boca daquele estranho,que misturava carinho e truculência me levando a loucura e eu retribuía na mesma medida.Arranquei suas roupas com pressa,parecia-mos nos despedir do mundo,uma sede de sexo que não passava nunca,não aguentava mais,precisava senti-lo dentro de mim.Ele entendeu e me penetrou com uma força,uma vontade... eu queria mais,tinha acabado de terminar um relacionamento de anos,mas não queria pensar nisso,queria desfrutar cada momento.enquanto me penetrava com força,sussurrava palavrões,me xingando,me deixando cada vez mais louca,era incrível o prazer que eu sentia.Chegamos ao ápice e nossos corpos estavam esgotados,esgotados...Ele então decidiu que nos veríamos na semana seguinte no samba e eu não relutei,só precisava me lembrar o nome,que não tive coragem de perguntar,mas fiquei torcendo para a semana voar." Não houve culpa nem arrependimento,esta era a pá de cal que deveria ser colocada no noivado de Polyanna e Adalberto,havia uma outar vida através dele,era possível ter outra vida,sentir outras sensações,agradeceu mentalmente a Veridiana,que lhe mostrou que poderiam haver outras possibilidades. A semana já estava pela metade,o dia de reencontrar o homem que ela nem me lembrava o nome se aproximava e a vontade de sentir tudo novamente só aumentava...continua.

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