quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O FOGO QUE ME CONSOME!

Polyanna cada dia mais insaciável,sentia que algo explodiria dentro dela,não cabia mais,precisava dar vazão a tanto desejo.


Senti um fogo ardendo dentro de mim,não conseguia me conter;precisava de sexo,precisava naquele momento,não dava para aguentar.Foi quando tive a ideia de ligar para Adalberto,que a essa altura,assim como eu,estava no trabalho.Meu corpo se arrepiava a todo instante,o suor escorria por entre meus seios até o umbigo,as vezes escorrendo por minha virilha.O desejo saia pelos poros,meu corpo gritava,precisava dele,precisava senti-lo dentro de mim.Não conseguia mais me concentrar,minhas tarefas haviam se encerrado antes do expediente e Adalberto,justo naquele dia sairia mais tarde do trabalho.Implorei,supliquei,não aguentaria até o dia seguinte,a noite seguinte,então ele atendeu.Saiu do trabalho disposto,mesmo com todo cansaço,a aplacar o desejo de sua fêmea.Ele não chegava nunca,parecia uma eternidade,meu corpo incendiava,precisava aplacar esse desejo abundante.Não resisti,toquei meu corpo como nunca havia tocado,tão absorta em meus desejos,não ouvi a porta.Adalberto de pé,parecia maravilhado com a cena;não parei,a calça já não cabia mais nele,latejava...com uma única mão arrancou a calça que lhe apertava e com a outra,agarrou-me pelos cabelos enquanto me beijava com sofreguidão.Num movimento rápido,me penetrou com força,movimentando-se rapidamente,até chegarmos ao mais sublime prazer.Nossos corpos suados,pediam mais e mais;Adalberto começou a me beijar,deslizando pela minha barriga,até chegar no mais íntimo do meu corpo,eu gritava como uma louca,enquanto arqueava o corpo sinalizando para que não parasse.Ele entendeu e atendeu meu pedido,me fazendo desfalecer de prazer,retribui na mesma medida,abocanhando seu membro rijo,como uma criança se agarra a um brinquedo,para mim,não deixava de ser,meu brinquedo preferido.Quando percebi que ele chegaria ao prazer,parei e ainda pude ver,antes de subir em seu colo,seu olhar de decepção.Meu corpo subia e descia no ritmo do prazer,até que ele me puxou violentamente,me atirou na cama,e com uma rapidez impressionante,me virou de bruços e me penetrou da forma mais animalesca,enquanto me puxava para mais perto,pelos cabelos.Não resisti,aumentei os movimentos,ao passo que ele com mais força apertava e puxava meu corpo de encontro ao dele.Chegamos ao inevitável,o prazer sem limites,e foi aí que descobri que sofria de uma maravilhosa crise,espasmos de prazer.Adalberto acariciava meu corpo suado e a cada carícia,sentia uma sensação inexplicavelmente deliciosa,que involuntariamente vinha acompanhada de gritinhos e gemidos.
Para mim,aquela sensação,era uma novidade,uma deliciosa novidade.Sentir prazer depois do prazer...O que mais eu podia querer?
Até a próxima,
Polyanna

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